Capturas na Rede
Chewabacca, interpretado por Peter Mayhew, e Leia, interpretada por Carrie Fisher.

Tripulação a postos. Sensores ativos. Phasers e torpedos de fotões armados e prontos a disparar. We are Bit2Geek, get it done! As Capturas na Rede exploram a vasta internet, trazendo o que de mais intrigante se partilhou e escreveu na semana. Nesta, começamos com uma triste notícia para todos os fãs de Star Wars. Olhamos para memórias da Ficção Científica, e o balanço das duas séries mais interessantes do momento: não, nenhuma é Game of Thrones, vão mesmo ter de ler para descobrir quais. Esta é a ponta do iceberg deste Diretório de Leituras Intrigantes.

Science Fiction Multiple Feature!

Capturas na Rede
Chewabacca, interpretado por Peter Mayhew, e Leia, interpretada por Carrie Fisher.

Chewbacca actor Peter Mayhew is dead at 74: Oh, Chewie… é a notícia triste da semana para o mundo geek. Aproveitamos a foto para recordar Carrie Fisher, que também já nos deixou. Ficam as imagens, a iconografia das personagens que nos legaram.


Beautiful early pre-Giger Alien concept illustrations by Chris Foss 1976-77: Alien, como nunca o viram. Estas concept art de Chris Foss, um dos principais ilustradores de ficção científica dos anos 70 e 80, não chegaram a influenciar o mítico filme de Ridley Scott.

Unseen Clockwork Orange ‘follow-up’ by Anthony Burgess unearthed: Antes que fãs do livro de Burgess e do filme de Kubrick comecem a espumar de antecipação com a continuação da história de Alex e os seus droogs, é de referir que este manuscrito não é narrativo, são notas e pensamentos do escritor, à volta do seu romance futurista.

Let’s Take A Second to Admire Sci-Fi User Interfaces: Este é um tópico recorrente nos blogs de Sci-Fi. Os interfaces de utilizador no género. A maior parte deles muito bonitos, mas de usabilidade real a oscilar entre o impossível e o inutilizável. Da próxima vez que estiverem a insultar o ecrã do vosso dispositivo porque não encontram uma opção ou menu, lembrem-se, podia ser pior que o windows/mac/linux/android/iOS. O vosso interface gráfico podia ter sido desenhado por designers de filmes e séries de ficção científica.

O cão que guarda as estrelas. Takashi Murakami (JBC): Pedro Moura analisa um pequeno mas comovente livro editado cá pela JBC, editora com uma aposta forte no mangá de qualidade. Uma obra de Takeshi Murakami que é exímia no manipular dos sentimentos do leitor, puxa muito para a emoção. Em termos gráficos não se afasta do convencional no género, mas a narrativa é excelente. É impossível não sentir uma forte comoção com a história deste cão guardador de estrelas.

The Orville proves it’s one of the best sci-fi shows on TV with S2 finale: Nada mau, para uma série que parecia ser uma comédia parva a gozar com Star Trek. Mas depressa se afirmou como espaço ficcional de direito próprio, sempre a remeter em tom de homenagem (mas não de nostalgia) para a FC clássica. Embora não fuja de umas boas aventuras space opera. Os episódios da invasão gorada dos Kaylon e o final de temporada mostram bem que The Orville podia ser mais uma série de FC de aventura pura. Mas escolheu não o ser, o seu foco é mais intelectual As suas histórias abordam  um lado da FC pouco comum no audiovisual, a chamada FC social, que usa o género como metáfora para colocar o espetador a refletir sobre problemáticas sociais. E nisso, a série atreveu-se a ir longe.

Star Trek: Discovery needs to make its Borg connection canon: Apesar de não ser especialmente profunda, com uma linha narrativa muito auto-centrada e um foco na espetacularidade de space opera, aventura pura e efeitos especiais, Star Trek Discovery surpreendeu. Soube integrar-se bem no cânone da série (toda a personagem do comandante Pyke faz essa ligação à Enterprise, e encerra com um genial we are Starfleet, get it done!). E ainda permite renovar a série, olhando para o seu passado ficcional, integrando melhor alguns dos personagens clássicos, como os Borg, dentro do universo ficcional.

We Are The Mutants: Só mesmo este coletivo para recordar a intro de uma das séries clássicas de Ficção Científica dos anos 80. Buck Rogers no Século XXV, recordam-se? Uma série deliciosamente kitsch, que só se assemelhava ao original de Phillip Nowlan no nome.

Novas do Novo Mundo da Tecnologia

Capturas na Rede
Rover Yutu 2 (CNSA)

The Race to Develop the Moon: De facto, entre as missões chinesas, as intenções (e uma missão bem despenhada na superfície) de empresas e agências espaciais, a questão da exploração da Lua está na ordem do dia. Algo que vejo com agrado. É deprimente olhar para a história da ciência e ver que depois das missões Apollo, nenhum homem lá regressou. Isso foi há cinquenta anos atrás, o que deveria ter sido um primeiro passo agora é uma memória que se desvanece. Por outro lado, a viagem à lua foi um objetivo político, não tecnológico, científico, económico ou social. A corrida a que estamos agora a assistir – sustentada, mais lenta porque não dispõe dos recursos financeiros necessários para um rimto mais acelerado, tem essa característica. É feita por bastantes atores interventivos, boa parte deles vindos do setor privado da exploração espacial, que vê no espaço um recurso económico. Vivemos de facto num momento de charneira, de crescimento da vontade de ir lá para cima em força. Cá por mim, seguir estes desenvolvimentos mantém viva a chama da esperança de ver astronautas a pisar o solo lunar.

This AI-generated musak shows us the limit of artificial creativity: Este artigo sublinha um dos handicaps da arte mediada por Inteligência Artificial. Se a criação se baseia na análise estatística de um estilo pré-existente, do que caracteriza a obra de um determinado artista, está apenas a repetir esquemas. Isso não é inovar, não é criar. Diga-se que há algo similar no lado humano. Aquele artista que cria num estilo já existente, que não desenvolve o seu cunho pessoal, está apenas a produzir obras e não a criar.

“Either join us or grow other potatoes,” says Pepsi to small farmers in India it’s suing: Delícias do late stage capitalism. Multinacionais que encostam pequenos agricultores à parede, porque estão a plantar batatas especificamente patenteadas para uso num produto específico.

A closer look at the redesigned Facebook app: Ai, que vem aí crise na rede social. Uma alteração radical de interface gráfico? Preparem-se, malta mais tech-savvy, para o dilúvio de resmungos e pedidos de ajuda daqueles vossos conhecidos (e confessem, são imensos, não são?) para quem a literacia digital é uma vitória se perceberem que botão usar para ligar o dispositivo de computação. Mais grave parece-me a aposta nos Grupos. Porquê? Recordem as problemáticas sobre fake news, desinformação, enviesamentos e bolhas de informação, que se estão a tornar problemas estruturais nas sociedades precisamente pela forma como as redes sociais os estimulam. Não estou a perceber exatamente como é que o Facebook, que tem prometido ser mais interventivo para melhorar a fiabilidade da informação dentro da sua rede, o vai fazer destacando os Grupos. Quanto mais interajo neles, mais sinto que são o exemplo perfeito do que pode correr mal nas redes sociais. Congregam pessoas com os mesmos interesses, logo são bolhas de informação; criam espíritos cultistas, sem sentido crítico, enviesando pontos de vista (essencialmente, todos os do grupo concordam com as mesmas ideias, e os que discordarem são ostracizados). E, claro, são terreno perfeito para boatos, notícias falsas e desinformação. É bom saber que quando aceder ao meu novo interface bonitinho do Facebook, serei bombardeado ainda com mais intensidade pelas tretas que desafiam os meus bullshit filters. E quando à capacidade de sentido crítico, aplico o mesmo raciocínio lá de cima, dos semi-infoexcluídos (aqueles que até usam tecnologia, mas tão limitadinhos, tadinhos, que até dá dó): a maior parte dos utilizadores das redes não o tem, e cai facilmente em qualquer treta que lhe confirme os viés cognitivos.

Why everything is a subscription: Conheço bem os Sphero, apesar de não ser especialmente fã (perdoem-me, mas cá para os meus lados é mais Anprino). São robots esféricos divertidos, com potencial educativo. Como habito no ecossistema educativo português, onde devido aos constrangimentos financeiros das escolas qualquer aquisição de equipamento deste género para robótica educativa é sempre pontual e nunca sustentado ao longo do tempo, não me tinha apercebido que o verdadeiro sucesso da Sphero está no seu modelo de negócio. Um modelo de subscrição a longo prazo, que garante às escolas e professores que os equipamentos se mantém atuais e substituídos em caso de avaria, e garante à empresa um rendimento estável. Diria que por cá, temos muito que aprender, porque é precisamente este tipo de modelo que a maior parte dos professores que nas escolas trabalha com robótica precisa. Um modelo em que não tenham que se preocupar com a obsolescência e avarias do material técnico. O que temos agora suporta-se graças ao esforço de alguns professores muito conhecedores, que sacrificam o seu tempo livre para levar à frente projetos nesta área. Mas isso, é tema para outras conversas.

The U.S. Navy Is Shrinking the Size of Its Gargantuan 70s-Era Computers: Fico só por esta. Um dos mais avançados sistemas de armas do mundo, os cruzadores AEGIS, é gerido por computadores que mal cabem dentro das embarcações. Mete em perspetiva tudo o que se discute sobre guerra de alta tecnologia, não mete?

Inside the kill zone of Fallujah’s “Hell House”: Recordar um momento especialmente sangrento das mais violentas batalhas da guerra no Iraque, e as suas consequências para os soldados que nele participaram.

Olhar para o Passado, Olhar para o Futuro

Tintoretto’s Wildness: Rever a obra de um dos grandes mestres do Renascimento, cuja obra reflete vitalidade e um olhar de encanto sobre a riqueza da vida comum.

Neon Is the Ultimate Symbol of the 20th Century: Uma breve história da iconografia do néon, essa visão que evoca logo as estéticas urbanas da segunda metade do século XX, hoje apenas objeto artístico, peça de museu ou resquício decaído, totalmente substituído pelos ecrãs.

Hindsight 2070: We asked 15 experts, “What do we do now that will be considered unthinkable in 50 years?” Here’s what they told us.: O que é que hoje é para nós normal, mas poderá ser impensável dentro de poucas décadas? As respostas são lacónicas, e no fundo apenas sublinham tendências já hoje presentes, como o escândalo das desigualdades, a perda de acesso à educação ou as questões de género. Recordem que ideias para nós impensáveis eram normais para as gerações que nos antecederam, e isto é uma verdade de la palisse: connosco, não será diferente. Aliás, nota-se isso nos comentários às questões de género e identidade, ou aos escândalos #metoo: o que realmente irrita e assusta quem critica mais duramente estas questões (antevendo novos puritanismos sexuais) é perceber que as gerações que lhe estão a suceder pensam e sentem de formas diferentes em relação a estas questões. Assustador? Só para aqueles que acham que o tempo, e o devir cultural, têm de ser imutáveis.

How a Google office became a sticky-note art gallery: Sabemos que a Google se orgulha de ser um local de trabalho algo peculiar, mas esta é mesmo peculiar. Usar post-its para criar pixel art nas janelas do edifício é verdadeiramente peculiar.

Dead Facebook users could outnumber living ones within 50 years :Tendo em conta a qualidade da maior parte dos feeds da rede social azulinha, até diria que a esmagadora maioria dos seus utilizadores está em morte cerebral e ainda não deram conta. Piadas à parte, a evolução da presença nas redes sociais tem esta consequência: o que fazer à presença online daqueles que já partiram?

Iter, a reactor in France, may deliver fusion power as early as 2045: Disseram 2045? Isso é praticamente amanhã! Brincadeira, claro. Na verdade, é quase absurdo o quão longe ainda estamos do desenvolvimento da tecnologia de fusão nuclear (não confundir com fissão e produção de cogumelos atómicos). Desde que me lembro que ouço falar no projeto ITER, o segundo maior esforço científico global combinado (o primeiro é a ISS), cujo reator ainda não entrou em funcionamento.

The End of Cyberspace: Confesso que também sou daqueles que vêem com amargura o corrente estado das coisas no mundo digital. A promessa libertadora inicial, que tanto entusiasmou os seus criadores e os que se seguiram, desvaneceu-se numa verdadeira calamidade de desinformação, incitamento ao ódio, trollagem, cibercrime, ciberguerra e cooptação de todos os que usam a internet em gigantescas corporações dominantes: “The internet turned out to be the perfect place from which to launch attacks on democratic elections and electorates, whether the culprits were foreign governments or simply scammers. The supposed “home of Mind” was run through by trolls and bots. People were railroaded into a few platforms of enormous power, fed into enormous surveillance machines, mined for attention, guided by algorithms, all while they contributed to the radical inequality of the broader society”.

Cenas Weird

Failed Airlines That Were Too Weird for This World: Dizem as lendas que já houve um tempo em que voar era um ato de prazer, momento de glamour no ar. Hoje, entre o hábito das linhas aéreas maximizarem o lucro minimizando o espaço para sentar em conforto e as indignidades da segurança aeroportuária, voar é aquele castigo quando o destino não permite outro meio de transporte (e, apesar das chatices, adoro aquela sensação de ser empurrado contra a cadeira quando a aeronave larga o chão). Mas podia ser pior. O sempre observador Matt Novak lista cinco linhas aéreas muito peculiares, cada qual com o argumento mais bizarro para convencer os passageiros a entrar nas suas aeronaves. Ter uma companhia aérea de tema fundamentalista cristão até nem é a história mais bizarra. A cadeia de restaurantes americana Hooters, conhecida por valorizar uma parte muito específica da anatomia feminina nas suas colaboradoras, tentou espalhar as virtudes de seios generosos pelos ares (hey, estamos no século XXI, como é que este nível de machismo ainda é uma cena?). Para mim, as mais deliciosas foram as companhias aéreas fundadas por casinos para transportar passageiros para as mesas de jogo. Uma decorava os seus aviões com o pior estilo do luxo azeiteiro dos anos 80. Outra, vendia bilhetes a baixo custo, esperando recuperar o investimento com jogo a bordo. Comparando isto com a experiência nas vezes que fui obrigado a usar Ryanair, já deu para perceber de onde é que veio a inspiração para o seu modelo de negócio low cost.

The ‘Dark Ages’ Weren’t As Dark As We Thought: De como o epíteto Idade das Trevas faz um mau serviço à riqueza cultural medieval. É interessante saber que o símbolo que Napoleão escolheu para o seu império veio do tesouro perdido e esquecido da sepultura de um rei de um reino medieval desaparecido.

SciMed e a humildade em ciência: Pessoalmente, sou fã do projeto SciMed. Faz um trabalho notável e sustentado de desmontagem das falácias das para-ciências, “medicinas” alternativas, tretas chakra-holísticas e outras variantes modernas de extrato adiposo de ofídios (vulgo banha da cobra). Mas o seu problema, que Nelson Zagalo aponta muito bem, é o nível de violência e virulência com que ataca os defensores das terapias alternativas (e notem, concordo inteiramente com o SciMed, não são terapias, não são curas, não são sequer alternativas, nos menos maléficos dos casos são meros placebos caros), uma gama de gente que vai do ingénuo ao charlatão puro. O tom habitual de crispação acaba por prejudicar o enorme esforço de luta pela verdade científica, e a virulência acaba por servir uma comunidade fechada de fãs e seguidores. Se a página é dura, o grupo na rede social é bem pior. O resultado é que o esforço do SciMed dilui-se, acaba por funcionar mais como culto do que espaço de divulgação científica, em que um médico ativista refila de forma arrogante e os seus seguidores lhe alimentam o ego. Paradoxalmente, com esta estratégia, acaba por reforçar a mensagem anti-ciência propalada por aqueles que têm de ser desacreditados.

WHAT WILL OUR SOCIETY LOOK LIKE WHEN ARTIFICIAL INTELLIGENCE IS EVERYWHERE?: Perdoem o all caps, é da formatação original do artigo. Algumas ideias interessantes neste artigo entre o futurismo e a ficção especulativa bem informada. Se a economia for totalmente, ou quase totalmente automatizada, que empregos restam para a esmagadora maioria das pessoas? E o que é que lhes acontecerá? Uma das respostas a isto está no desviar da base de impostos do trabalho humano para o robótico, e com isso financiar esquemas de rendimento básico. Mas podemos sempre ir mais longe. E se uma IA inteligente se recusasse a que o produto do seu trabalho servisse para sustentar a humanidade, preferindo gastá-lo como lhe aprouver? Mostrando também que não há mundos uniformes, o autor destas visões de longo prazo ainda se lembrou que poderão haver regiões inteiras do mundo que, por razões culturais ou religiosas, recusarão toda a automação e viveriam fora da rede global. O que sabemos, hoje, é que a tendência para automatizar a economia com robótica e inteligência artificial é imparável. Os efeitos que terá sobre a visão tradicional do trabalho e a forma como vivemos não são um problema tecnológico, são escolhas políticas e ideológicas.

Unraveling the JPEG: Provavelmente, tudo sobre como funciona o algoritmo de compressão JPEG, que alimenta a nossa sede de imagens na vida digital, sem se mergulhar na norma técnica propriamente dita. E quando digo tudo, chega ao ponto do artigo incluir pequenas applets que permitem mudar os valores hexadecimais (credo, que frase tão techie!) dos bits do ficheiro, com visualização do que provocam em tempo real. Muito giro. Há alguns anos atrás deixei-me apanhar pela febre do databending (imagens digitais com erros induzidos por software e hardware) e aprendi a editar imagens com editores audio. Agora há umas apps android que fazem isso muito mais facilmente (é normal, é a natural banalização das estéticas, aconteceu o mesmo com as transferências de estilo usando algoritmos de IA com o Prisma).

I had never seen Leonardo’s ‘Last Supper.’ A quick visit left a lasting impression: Quando estive de férias em Milão, tomei a decisão consciente de não ir ver a Última Ceia de DaVinci. Sei o que perdi. Um dos meus prazeres de eventual viajante, que o salário não dá para mais do que uns curtos pulinhos de vez em quando, é sentir o verdadeiro impacto das obras de arte que só conhecemos a partir de reproduções. Fiquei paralisado frente ao Enterro do Conde Orgaz (e com equimoses das cotoveladas dos turistas que se atropelavam para ver a coisa em poucos segundos). Apesar de ser ateu, vieram-me lágrimas aos olhos dentro do magnificente jogo de estruturas, luz e cor da Sagrada Família. Qualquer cantinho do Thyssen é para mim merecedor de horas de contemplação. O mesmo na National Gallery. Então, porque é que fugi a DaVinci? No calor lombardo, era insuportável a perspetiva de enfrentar filas e multidões a esgueirarem-se para ver a obra, a maior parte das quais nem sabe para o que é que está a olhar, só foi ver porque é importante riscar a atração turística da lista de coisas a visitar. E sei o que perdi com isso.

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