Células estaminais são editadas para ficarem livres de doenças genéticas.

Em anos recentes a edição de células estaminais era realizada de forma pouco eficaz, mas com técnicas inovadoras de edição genética baseada em virus-vector tal como o CRISPR/Cas9 e outras, estamos cada vez a aproximar-nos mais do Santo Graal de uma panaceia para todas as doenças. Esta técnica permite que as células estaminais sejam editadas dentro do próprio corpo.

Créditos: Bryan Peacker/Wagers laboratory na Harvard University)

China anuncia Veículo Blindado capaz de “disparar” 12 drones suicidas.

Estes veículos conseguem viajar em terrenos acidentados ou com vegetação densa e “disparar” até 12 drones que depois se tornam controláveis para desempenharem missões tácticas. Estamos mais próximos da militarização da inteligência artificial, situação para a qual já há tratados de proíbição, mas que os grandes blocos geopolíticos parecem reticentes em adotar.

Multipurpose drone launching armored vehicle displayed at Beijing Civil-Military Integration Expo 2019 on Tuesday. (Image: Liu Xuanzun/GT)

O V-Voador, aeronave de passageiros do futuro.

Num acordo cooperativo para tornar a aviação mais segura, assinado na reúnião anual da IATA em Seoul, a KLM comprometeu-se a ajudar a TU Delft no seu projecto para uma aeronave inovadora apelidada de “Flying-V” que abraça um paradigma completamente revolucionário de vôos de longo curso.
A aeronave tem a forma da letra V e integra a cabine de passageiros, a bagageira e os tanques de combustível nas asas. Isto resulta numa forma mais aerodinâmica, o que permite uma enorme redução no peso do avião e enormes poupanças de combustível.

Image: Edwin Wallet, Studio OSO

Um novo sistema de propulsão avançada para exploração espacial

Scientists have debated for decades whether the propulsion concept known as EmDrive is real or wishful thinking. A sensitive new tool may at last provide an answer.GETTY IMAGES

Os foguetões tradicionais que usamos para enviar satélites para órbita ou para ir à lua ou a marte são bastante ineficientes se quisermos chegar a outros sistemas solares numa escala de tempo sensata, mesmo que seja a Proxima Centauri, o sistema solar mais próximo do nosso.
De todos os conceitos de propulsão avançada que foram aparecendo, nenhum gerou mais entusiasmo, assim como controvérsia, que o EMDrive, que existe a esta altura apenas como um protótipo de laboratório e ainda não é certo se consegue gerar impulso ou não.
Agora uma equipa alemã criou um mecanismo para aferir se o EMDrive gera impulso ou não, e se sim, medir esse impulso, imune a qualquer interferência. Os resultados irão ser publicados na Acta Astronáutica em Agosto, e prometem resolver a saga do EMDrive de uma vez por todas.
Apesar de um número considerável de cientistas e engenheiros descartarem o EMDrive por este aparentemente violar as leis da física, caso os resultados publicados em Agosto sejam positivos isso poderá significar uma nova era na exploração espacial e talvez até brevemente a colonização de exoplanetas.

TECHNISCHE UNIVERSITÄT DRESDEN

Ver mais em Wired.com

Computação usando luz em vez de electrões reduz drasticamente o consumo energético e aumenta o poder de processamento em ordens de magnitude.

 

Image: courtesy of the researchers, edited by MIT News

Os investigadores do MIT desenvolveram um novo e revolucionário chip “fotónico” que usa luz em vez de electricidade, usando consideravelmente menos energia no processo. Este chip poderá ser usado para processar redes neurais artificiais massivas milhões de vezes mais eficientemente que o permitido pelos computadores clássicos actuais.
As redes neurais artificiais ( ANNs ) são modelos de machine-learning vulgarmente usadas para tarefas como identificação automática de objectos, processamento de linguagem natural, desenvolvimento de novos medicamentos, radiologia e até guiar carros autónomos. As novas redes neurais ópticas, que usam luz para acelerar a computação, são imensamente mais rápidas e eficientes que os seus similares eléctricos.
Porém, assim que tanto as redes neurais ópticas como as tradicionais se tornam mais complexas, consomem mananciais imensos de energia. Foi com o fim de contornar esse obstáculo que investigadores e grandes companhias de tecnologia, tais como a Google, a IBM e a Tesla, desenvolveram “aceleradores de AI”, chips especializados que melhoram a velocidade e eficiência das redes neurais artificiais.
Num paper publicado no Physical Review X, os investigadores do MIT descreveram um novo acelerador “fotónico” que usa componentes ópticos mais compactos assim como outras inovações para reduzir drasticamente o consumo energético e a área dos chips. Isto permite que os chips tenham uma performance ordens de magnitude superiores que os seus similares eléctricos.
Num treino simulado de redes neurais processando uma tarefa de classificação de imagens ficamos com a ideia que o acelerador pode teoricamente processar mais que 10 milhões de vezes abaixo do limite de consumo energético dos aceleradores eléctricos tradicionais. Os investigadores estão agora a trabalhar num protótipo de um chip para comprovar experimentalmente os resultados obtidos.

As Exo-Luas talvez sejam o lugar mais provável para encontrar vida extra-terrestre.

Artist’s impression of the exoplanet Kepler-1625b with it’s large hypothesized moon, Kepler-1625b-i. The pair have a similar mass and radius ratio to the Earth-Moon system but scaled up by a factor of 11. DAN DURDA

As Exo-Luas ( luas de Exo-planetas ) talvez sejam o lugar mais propício à emergência de vida extra-terrestre. Apesar de ainda não haver nenhuma Exo-Lua confirmada pelos astrónomos, conseguimos inferir que elas existem pelo efeito que elas exercem nos objectos que estão mais próximos, e como tal, são muito difíceis de detectar.
Mas imaginemos exo-luas de gigantes gasosos 200 vezes maiores que Saturno, estas luas poderão ser internamente aquecidas pela gravitação do planeta que elas orbitam, o que poderá propiciar água em estado líquido mesmo que se situem muito longe das zonas habitáveis dos seus sistemas solares, zonas habitáveis essas, muito restritas, onde de momento se procura encontrar planetas similares à terra, como diz Phil Sutton, da Universidade de Lincoln no Reino Unido. Ver mais em Forbes.com

O impossible Burger poderá mudar a industria da carne para sempre

Todos sabemos que a indústria da carne é desumana e contribui para o desflorestamento e para o aquecimento global. E à medida que as populações humanas crescem há uma necessidade crescente de maior produção de carne para as alimentar. O veganismo não é uma solução viável, daí que os substitutos de carne animal como a in-vitro meat sejam a solução para vários problemas em simultâneo, e uma forma mais humana de a espécie se suster. (Ler mais em Medium.com)

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A inovação robótica a caminho do super humanoide