Dentro de uma década não estaremos a ouvir música da mesma forma que hoje, mas sim melodias criadas e customizadas para cada cérebro.

Música inteligente
Créditos: Simon Hayhurst / Flickr under a CC BY-ND 2.0

O investidor de risco Vinod Khosla afirmou recentemente na segunda sessão anual do Creative Destruction Lab, que dentro de dez anos ninguém estará a ouvir música, ou pelo menos, música nos termos em que a entendemos actualmente.
Em vez disso, ele acredita que estaremos a ouvir o equivalente a música totalmente e automaticamente desenhada para cada indivíduo, e customizada para as idiossincrasias dos seus cérebros, preferências musicais e até para a sua particular disposição nesse dado momento.

Este assunto da música criada por Inteligência Artificial tem sido abordado em várias Talks no WebSummit, pelo jornalista do Medium, Stuart Dredge.

Esta notícia foi avançada pela CBS News!

A pesquisa científica não deveria ser colocada atrás de “Paywalls” – Os contribuintes pagam pelas pesquisas e portanto deveriam ter acesso aos resultados.

Paywalls, contribuintes,
Créditos: Pixabay

Agências de fundos privados tal como a Fundação Bill & Melinda Gates exigiram acesso aberto (Open Access), e a União Europeia propôs uma ampla introdução ao modelo. A maior parte da pesquisa científica é suportada pelos impostos.

No entanto muita da informação que resulta de tal pesquisa não é publicamente acessível fora de instituições que possam pagar pelas subscrições caríssimas dos jornais científicos.

Créditos: Getty Images

Felizmente há uma solução: o “open access”. o Acesso Aberto é a ideia que a literatura científica, paga em larga escala por fundos públicos, seja acessível livremente por qualquer pessoa interessada.

Esta notícia foi avançada pelo Scientific American.

 

Peixe Robótico provido de sangue artificial consegue nadar durante 36 horas

Os chamados “Soft Robots” já atingiram um nível em que conseguem nadar como peixes e em casos de necessidade fazer corações danificados bombearem sangue para o organismo. As boas notícias são que agora foi criado um peixe que consegue fazer as duas coisas, uma vez que no seu esqueleto ele combina estas duas características.

Veja o vídeo seguinte:

Robert Shepherd da Universidade de Cornell em Nova Iorque e os seus colegas desenvolveram um robot que é alimentado pelo seu próprio sistema circulatório artificial.

O robot, cujo design foi inspirado num peixe-Leão, consegue mexer as suas barbatanas peitorais e nadar a uma velocidade, ainda reduzida, de 15 centímetros por minuto ( cerca de uma vez e meia o tamanho do seu corpo ou 0,01 kms por hora ). Shepherd no entanto diz que a velocidade pode ser melhorada num futuro próximo.

 

O peixe-robot é alimentado por baterias de fluxo, um sistema que consiste em dois eléctrodos estáticos e um electrólito líquido que flui entre ambos. Enquanto o líquido circula, alimenta bombas presentes na cauda do robot e nas suas barbatanas dorsais e peitorais.

O design deste peixe-robot indica que ele pode acumular uma grande quantidade de energia, explicou Shepherd, o seu criador, e a equipa calcula que ele consiga nadar continuamente durante cerca de 36 horas, se bem que ainda só foi testado durante algumas horas.

Esta notícia foi avançada pelo News Scientist

Bill Gates e grandes do petróleo apoiam esta companhia, que está a tentar resolver as alterações climáticas através da sucção de CO2 da atmosfera.

Uma companhia quer travar o aquecimento global através da sucção de dióxido de carbono da atmosfera.
A companhia chama-se “Carbon Engineering” e usa uma combinação de ventoinhas gigantes e complexos processos químicos com vista a remover dióxido de carbono do ar, num procedimento conhecido como “Direct Air Capture“.
Esta metodologia não é nova, mas a companhia afirma que a sua tecnologia está madura o suficiente para ser comercialmente viável.

A empresa é apoiada por Bill Gates – mas também pelas gigantes petrolíferas Chevron, BHP e Occidental. Essas parcerias levarão a tecnologia da Carbon Engineering ao mercado usando o carbono capturado para produzir combustíveis sintéticos mas que também ajudarão a extrair mais petróleo do solo.

A tecnologia da Carbon Engineering diminuirá a quantidade de CO2 no ar ou prolongará nossa dependência de combustíveis fósseis? Aqui no Bit2Geek estamos a acompanhar o assunto…

Esta notícia foi avançada pela CNBC

Inteligência Artificial pode agora detectar “Deepfakes” através de movimentos faciais não usuais e inconsistências faciais.

Trump, notícias do Futuro
Créditos: Flickr/Gage Skidmore

O “Deepfake” é actualmente com os avanços estrondosos no campo da Inteligência Artificial muito facilmente criado e muitos povoam a internet. pode já ter visto um no seu feed de notícias, como por exemplo, O John Snow a pedir desculpa pela última temporada da Guerra dos Tronos, ou qualquer outra celebridade a fazer ou dizer algo de improvável.

Por muito realistas que estes truques pareçam à primeira vista há quase sempre inconsistências visuais, como por exemplo a forma como a boca se mexe.

Os “Deepfakes” são uma técnica possibilitada e gerada pela Inteligência Artificial com o propósito de enganar ou entreter quem os vê, mas agora, com o auxílio também da inteligência Artificial tornou-se mais fácil detectá-los.

Esta notícia foi avançada por Vice.com

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