Dal.komm Café
Um café, servido por um robot (AP Photo/Lee Jin-man).

Na Coreia do Sul, ir ao café tornou-se uma experiência automatizada. Nas quarenta e cinco lojas da cadeia de cafés sul-coreana Dal.komm Coffee, os clientes podem tomar um café, servido por um robot. Ao contrário das máquinas de café tradicionais, estes são braços robóticos que fazem o papel dos tradicionais empregados de café.

O Robot da Dal.komm Que Serve Café Como os Humanos

Dal.komm
b:eat, o robot sul-coreano que serve cafés (AP Photo/Lee Jin-man)

Os robots da Dal.komm Coffee são capazes de servir noventa cafés por hora, e cerca de 300 por dia. São limpos e inspecionados uma vez por dia, e monitorizados remotamente. A receção tem sido entusiasta, embora alguns clientes se queixem que o robot não é capaz de ser sensível a pedidos específicos. A empresa já está a desenvolver o seu sucessor, uma versão mais pequena, capaz de reconhecer vozes e movimentos dos clientes, e de oferecer sugestões personalizadas.

Uma das mais avançadas economias do mundo, a Coreia do Sul é um dos países com maior densidade de robots na força de trabalho. Conta com 710 para cada dez mil trabalhadores. A média global é de 85 robots. Na indústria e serviços, a automatização tem sido muito forte, começando a levantar problemas laborais. No entanto, a tendência é imparável. O mercado da robótica sul-coreana já vale mais de 4 mil milhões de euros. O objetivo do governo do país é levá-lo acima dos 12 mil milhões em 2023. Os robots que servem cafés da Dal.komm Coffee são uma das tecnologias por detrás desta aposta.

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Kinshasa Robocop

 

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Professor de TIC e coordenador PTE no AEVP onde dinamiza os projetos As TIC em 3D, LCD - Clube de Robótica; Fab@rts: o 3D nas Mãos da Educação, distinguido com prémio de mérito da Rede de Bibliotecas Escolares. Distinguido com o prémio Inclusão e Literacia Digital em 2016 (FCT/Rede TIC e Sociedade). Licenciado em ensino de Educação Visual e Tecnológica, Mestre em Informática Educacional pela Universidade Católica Portuguesa. Correntemente, frequenta pós-graduação em Programação e Robótica na Educação pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Tutor online na Universidade Aberta. Formador especializado em introdução à modelação e impressão 3D em contextos educacionais na ANPRI (Associação Nacional de Professores de Informática) e CFAERC. Co-criador do projeto de robótica educativa open source de baixo custo Robot Anprino. Colaborador do fablab Lab Aberto, em Torres Vedras. O seu mais recente projeto é ser um dos coordenadores do concurso 3Digital, que estimula a utilização de tecnologias 3D com alunos do ensino básico e secundário.