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A DARPA iniciou recentemente a sua competição AlphaDogfight. A partir de novembro de 2019, oito equipas vão competir para desenvolver as tecnologias do futuro do combate aéreo. Mas o objetivo da DARPA não é promover os próximos pilotos Top Gun. Este projeto está a desenvolver algoritmos de inteligência artificial capazes de simular combate aéreo dentro do alcance visual. Os ases do futuro poderão ser algoritmos.

A DARPA Investiga As Fronteiras da Aviação

O projeto AlphaDogfight insere-se no programa Air Combat Evolution da DARPA, agência de estudos avançados americana. O objetivo deste programa é automatizar o combate aéreo, em várias vertentes. Recorrendo a drones, deixando que algoritmos controlem operações simples, e procurando formas dos pilotos se focarem nos elementos essenciais da sua missão, ou controlar enxames de drones em espaço aéreo inimigo.

Este programa da DARPA atraiu a atenção de oito organizações, algumas gigantes da aeronáutica como a Lockheed Martin, outros da investigação, como o Georgia Tech, e especialistas nas fronteiras da inteligência artificial. A tecnologia que estão a desenvolver terá de ultrapassar três testes, em que os seus algoritmos terão de controlar um modelo virtual de um caça F-15-C Strike Eagle. O ambiente simulado é o popular jogo de simulação de voo open source FlghtGear. Durante a série de testes, de complexidade crescente, o desempenho dos algoritmos será monitorizado por pilotos experientes. No final, pretende-se que o melhor algoritmo enfrente um piloto humano em combate simulado. Apesar de ainda estar longe dos cockpits, este projeto da DARPA mostra que num futuro próximo, os ases da aviação militar poderão ser algoritmos.

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Professor de TIC e coordenador PTE no AEVP onde dinamiza os projetos As TIC em 3D, LCD - Clube de Robótica; Fab@rts: o 3D nas Mãos da Educação, distinguido com prémio de mérito da Rede de Bibliotecas Escolares. Distinguido com o prémio Inclusão e Literacia Digital em 2016 (FCT/Rede TIC e Sociedade). Licenciado em ensino de Educação Visual e Tecnológica, Mestre em Informática Educacional pela Universidade Católica Portuguesa. Correntemente, frequenta pós-graduação em Programação e Robótica na Educação pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Tutor online na Universidade Aberta. Formador especializado em introdução à modelação e impressão 3D em contextos educacionais na ANPRI (Associação Nacional de Professores de Informática) e CFAERC. Co-criador do projeto de robótica educativa open source de baixo custo Robot Anprino. Colaborador do fablab Lab Aberto, em Torres Vedras. O seu mais recente projeto é ser um dos coordenadores do concurso 3Digital, que estimula a utilização de tecnologias 3D com alunos do ensino básico e secundário.