Graças à investigação em inteligência artificial da Google, em breve poderá haver uma forma muito rápida de compreender linguagem gestual. Poderá bastar apontar uma câmara, e os novos algoritmos otimizados traduzem o significado dos gestos para quem não compreende linguagem gestual.

Ler Linguagem Gestual com Telemóvel

Gestual

Este novo algoritmo de inteligência artificial foi treinado para reconhecer gestos manuais. Usando aprendizagem automática, consegue reconhecer diferentes gestos, e é capaz de distinguir situações ambíguas, onde o movimento da mão foi muito rápido, ou algum obstáculo se interpuser à frente da mão. São analisados a posição da mão e dos dedos. Em cada imagem, o algoritmo procura por 21 pontos chave nas mãos. Após determinar a posição da mão, compara-a com a sua base de dados de posições do alfabeto gestual, traduzindo o gesto para palavras. Faz isto em aplicações de realidade aumentada.

Com este algoritmo, aumenta o potencial de aplicações de realidade aumentada nos sistemas digitais de comunicação aumentativa. Permite aos que não conhecem linguagem gestual comunicar de forma mais eficaz com pessoas cujas necessidades especiais as restringam a esta linguagem. Numa decisão importante, a Google decidiu libertar esta tecnologia com licenciamento aberto, o que permite a todos os interessados desenvolver aplicações, ou aprofundar o algoritmo.

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Professor de TIC e coordenador PTE no AEVP onde dinamiza os projetos As TIC em 3D, LCD - Clube de Robótica; Fab@rts: o 3D nas Mãos da Educação, distinguido com prémio de mérito da Rede de Bibliotecas Escolares. Distinguido com o prémio Inclusão e Literacia Digital em 2016 (FCT/Rede TIC e Sociedade). Licenciado em ensino de Educação Visual e Tecnológica, Mestre em Informática Educacional pela Universidade Católica Portuguesa. Correntemente, frequenta pós-graduação em Programação e Robótica na Educação pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Tutor online na Universidade Aberta. Formador especializado em introdução à modelação e impressão 3D em contextos educacionais na ANPRI (Associação Nacional de Professores de Informática) e CFAERC. Co-criador do projeto de robótica educativa open source de baixo custo Robot Anprino. Colaborador do fablab Lab Aberto, em Torres Vedras. O seu mais recente projeto é ser um dos coordenadores do concurso 3Digital, que estimula a utilização de tecnologias 3D com alunos do ensino básico e secundário.