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Máquinas capazes de se auto-repararem em caso de avaria são um velho sonho da robótica. Uma capacidade que conferirá aos mecanismos robotizados um maior nível de autonomia. Neste projeto da Universidade de Tokyo, um grupo de investigadores ensinou um robot PR-2 a usar ferramentas em si próprio.

Um Robot Capaz de Auto-Reparação

Continuamos longe da ideia de uma máquina totalmente autónoma. Mas a indução de capacidades de auto-reparação representa um passo importante na criação de sistemas que requerem intervenção humana mínima. Reforça a autonomia e diminui custos de manutenção, um fator especialmente importante em ambientes hostis aos humanos, como zonas industriais, espaços tóxicos ou espaço.

Este projeto de investigação dotou um robot PR-2 da capacidade de se auto-reparar, usando ferramentas para o efeito, e até de aumentar as suas capacidades com novos elementos. Os investigadores usaram um truque interessante: dotaram a memória do robot com informação CAD sobre a localização de todos os seus parafusos. O robot não é ainda capaz de detetar totalmente anomalias, dependendo de humanos para saber onde deve apertar ou desapertar parafusos, embora se aperceba pela sua forma física que algo está mal. Um pormenor curioso da investigação mostra que o robot segue processos de aprendizagem adaptativos para perceber qual a posição que lhe permite reparar-se com uma chave de fendas.

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Professor de TIC e coordenador PTE no AEVP onde dinamiza os projetos As TIC em 3D, LCD - Clube de Robótica; Fab@rts: o 3D nas Mãos da Educação, distinguido com prémio de mérito da Rede de Bibliotecas Escolares. Distinguido com o prémio Inclusão e Literacia Digital em 2016 (FCT/Rede TIC e Sociedade). Licenciado em ensino de Educação Visual e Tecnológica, Mestre em Informática Educacional pela Universidade Católica Portuguesa. Correntemente, frequenta pós-graduação em Programação e Robótica na Educação pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Tutor online na Universidade Aberta. Formador especializado em introdução à modelação e impressão 3D em contextos educacionais na ANPRI (Associação Nacional de Professores de Informática) e CFAERC. Co-criador do projeto de robótica educativa open source de baixo custo Robot Anprino. Colaborador do fablab Lab Aberto, em Torres Vedras. O seu mais recente projeto é ser um dos coordenadores do concurso 3Digital, que estimula a utilização de tecnologias 3D com alunos do ensino básico e secundário.