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Quando o Matte Painting publica, sabemos sempre que teremos excelentes surpresas. Os lançamentos de banda desenhada, e as ofertas de leitura digital, também o são. Olhamos para o futuro da educação, descobrimos que em setembro de 2019 a revista francesa Science et Vie publicou uma antevisão do que poderia ser uma pandemia global (ah, a ironia!), e analisa-se o impacto das tecnologias de rastreamento digital no combate à covid-19, mas também nas liberdades e privacidade europeias. No início de uma nova série a seguir, David Soares fala-nos da história e das histórias de Lisboa. Vivemos dias estranhos, convivemos com a ideia humilde que bastou uma criatura microscópica que se qualifica no nível inferior do que é um organismo vivo, para paralisar a nossa sociedade global e os sistemas que a sustentam. No entanto, resistimos.

Universos da Ficção Científica

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Photo: Autor não creditado, mas é aquele horror gótico que adoro.

2ª entrega de El Víbora para Supervivientes: O El Víbora foi à segunda dose? Muy bien!

MATTE PAINTING REVIEW: A Selection of Overlooked Films – Part Nine: Vale sempre a pena destacar quando o Matte Painting publica. O que este blogger descobre sobre o mundo dos efeitos especiais é sempre fascinante, traz-nos sempre trabalhos surpreendentes de pintura para cinema. Obras fabulosas, encontradas muitas vezes nos filmes mais anódinos, ou outros que todos conhecemos e ficamos surpreendidos por descobrir que as cenas que sempre pareceram simples filmagem foram, afinal, composição com pintura detalhada em fundo.

Chris Foss: Um dos grandes mestres da ilustração de ficção científica clássica.

Leituras digitais: Revistas periódicas: Mais uma colecção de leituras digitais de banda desenhada, desta vez em tom francófono, recolhidas por Pedro Cleto. Talvez a ironia destes tempos de recolhimento é que o teletrabalho não dá assim tanto tempo quanto se esperaria para leituras..

Dean Ellis: Ficção Científica old school.

Someone Is Making A Seinfeld Adventure Video Game: Um jogo sobre… nada? Aparentemente. E mais surpreendente é saber que a série continua popular. Embora o solipsismo dos personagens seja demasiado awkward para os dias de hoje.

Evento: Clube Online de Leitores de Marvila: Será que assim consigo lá dar um pulinho? É bom ver que a comunidade não perde o contacto.

Exhalation – Ted Chiang: É um dos meus autores de ficção científica favoritos, mas raramente o leio. Acumulo livros dele, mas sei que para ler, preciso de tempo mental. Chiang só escreve contos, mas tão densos e cheios de camadas de interpretação que é preciso ter a mente limpa para o ler.

Locke And Key/Sandman Crossover Prelude Previewed by Joe Hill: É daquelas notícias que me deixa com sentimentos mistos. Ambas as séries foram do melhor que se fez nos comics do fantástico. Mas os seus mundos ficcionais são muito diferentes, embora o universo Sandman seja suficientemente aberto para albergar estas derivações.

From the io9 Archives, 10 Pieces of Dystopian Fiction You Can Read Right Now: Hey, já que estamos em dias de catástrofe pandémica, porque não ir ler distopias? Afinal, a ficção, pior que a realidade é difícil.

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The Winged Jinx: Difícil não ficar a sorrir com o contraste biplano/morte nas nuvens desta capa pulp.

DAVID BRIN’s science fiction recommendations: Podemos aproximar-nos desta lista de duas formas. Como recomendação enciclopédica do melhor que a ficção científica tem para oferecer… mas os verdadeiros geeks vão verificar quais as leituras que já fizeram, e as que lhes faltam fazer. Hey, é mais forte que nós.

This is the weird horror novel that outsold Dracula in 1897: E, no entanto, mal sobreviveu ao teste do tempo. É curioso notar que os paralelos com o clássico de Stoker são muitos, e o artigo deixa escapar um. Drácula é em grande parte um romance sobre sexualidade reprimida, a dentada do vampiro é metáfora para algo mais. Mas o que dizer de criaturas insectóides que assumem forma humana e escravizam sexualmente as suas vítimas? Que algo de muito estranho se passava na mente vitoriana.

en-remolinos: Tomie – Junji Ito: Não se deixem enganar pela aura de inocência. Este é um dos maiores símbolos do horror japonês.

THE COLLECTION BY LIVRARIA LELLO: Uma interessante iniciativa da Lello, que disponibiliza livros gratuitos para leitura digital. O formato PDF é o menos indicado para isto (aparentemente, ePub não lhes cruza o radar), mas não deixa de ser uma iniciativa bem vinda.

Dylan Dog: Após um longo silêncio: Pedro Cleto apresenta um dos melhores lançamentos recentes de banda desenhada. Claro, como dylaniati que sou, sou suspeito na escolha.

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The Sword Of Tomorrow: Pura estética Gernsback continuum.

Lançamentos: Roughneck, Criminal Três e New X-Men: Bem, ir à livraria não dá, porque estado de emergência, mas dá sempre para encomendar.

Sistemas da Tecnologia

Soviet Illustrations of Space Exploration: O futurismo soviético é fascinante, não só pelo lado utópico que era afirmado como um dos pilares união soviética, mas também por ser um dos raros escapes à realidade de uma tirania opressiva.

Et si… un virus mortel s’échappait d’un laboratoire?: Soa familiar? A Science et Vie publicou isto na sua edição hors-serie de setembro de 2019… e em novembro, este cenário começou a tornar-se real em Wuhan. Agora, o cenário especulativo improvável é o nosso dia a dia, sem fim à vista… “Pour endiguer la propagation de l’épidémie, beaucoup d’États ferment les frontières, réduisent, voire interrompent le trafic aérien et naval, notamment vers et depuis les zones les plus touchées. Des consignes sont données pour éviter les grands rassemblements sportifs et culturels, certains pays ferment les écoles, par où la maladie circule, et cherchent à restreindre les déplacements de leurs citoyens -qui eux-mêmes limitent au maximum leurs sorties. Le secteur du tourisme sombre rapidement. Il enregistre la disparition de centaines, de milliers, puis de millions d’emplois, dans les compagnies de transport, les hôtels et les restaurants qui restent désespérément vides.

Cyborg prosthetics for limbs that don’t exist: O nosso corpo adapta-se e adota próteses mesmo quando não seriam necessárias. Há um nome para isto, plasticidade cerebral. Os objetos que usamos tornam-se, de facto, extensões do nosso corpo.

The US Army has a 3D printer for ultra-strong steel gear and weapons: A manufatura aditiva de alta precisão a chegar aos campos de batalha.

Rethinking education in the digital age: Vou só deixar isto aqui, para refletir agora que estamos todos em modo de transição digital acelerada em contexto de ensino remoto de emergência (não lhe chamem ensino à distância). Moodlando, classroomando, percebendo pelo uso as vantagens e desvantagens de sistemas, plataformas, descobrindo que formatos de ficheiro que sempre nos pareceram normais são prejudiciais ao acesso e leitura online, que é cada vez mais feita em dispositivos móveis e não no computador ou impresso em papel. E sentindo que nada substitui os essenciais na educação, o contacto humano direto, o pegar gentilmente na mão do aluno e fazer show and tell, o enorme papel social da escola, tudo isso ausente em meios à distância. No entanto, esta transição digital forçada vai-nos despertar para o potencial de ferramentas, sistemas e metodologias de trabalho, suspeito que quando regressarmos à normalidade, muitos de nós queiram manter muitas das ferramentas digitais que se agora são o único meio de contacto com os nossos alunos, porque em contexto normal podem enriquecer aprendizagens e facilitar o nosso trabalho de gestão. Só é pena que tenhamos sido forçados a descobrir sto pelas piores razões possíveis: “Educators and trainers in Europe today frequently use digital tools, but it remains unclear whether they are sufficiently able to employ them in pedagogically meaningful ways. Furthermore, the vast majority of teachers do not, or only sporadically, participate in professional development focused on digital education. Teachers may, moreover, not be sufficiently prepared and/or not be offered the structural contexts for focusing their teaching more strongly on the soft and citizen skills that are urgently necessary in the digital age. At the same time, new teaching technologies could offer opportunities for personalising learning contexts, thereby improving student motivation and retention. When introducing corresponding teaching technologies, issues such as discrimination by algorithms and data protection will need to be discussed and solutions for them implemented“.

No, the Internet Is Not Good Again: Se nestes tempos de isolamento social a internet surgiu como uma infraestrutura essencial, e pareceu regressar às suas raízes de conexão entre comunidades, este reforço da sua importância não está isento de problemas. Especialmente no que respeita à segurança, com as grandes redes a ter de confiar em moderação por inteligência artificial (o trabalho dos moderadores é demasiado sensível para ser feito em teletrabalho), o crescimento explosivo de plataformas que até há pouco se limitavam a nichos – a Discord é um exemplo, a Zoom e todos os problemas que têm despertado, especialmente no sector da educação, que passou a depender fortemente de uma ferramenta que nunca foi pensada para as condicionantes do mundo educativo, um verdadeiro case study do que pode correr mal. A Internet tornou-se ainda mais importante, mas os trolls, os extremistas e os vendedores de banha da cobra cá continuam.

Robots Welcome to Take Over, as Pandemic Accelerates Automation: Não há aqui grande novidade, automatizar mais a economia torna-a mais resiliente aos efeitos de pandemias. Que, neste momento, são duplos. A mortandade a curto prazo, a depressão económica a médio. Mas com robots na equação, as engrenagens produtivas podem continuar. Resta saber qual o papel das pessoas. Serão abandonadas, como nos sonhos húmidos dos mais radicais neoliberais, ou assistiremos à expansão global de mecanismos do tipo rendimento básico universal para assegurar um mínimo de dignidade àqueles que estarão impossibilitados de encontrar trabalho numa economia robotizada?

Computational Thinking Education: Vai uma leitura? Uma obra sobre pensamento computacional, a estrutura conceptual que suporta as abordagens à programação, robótica, 3D e cultura Maker nas TIC na educação.

An Airbus MRTT Test Aircraft Has Carried Out The World’s First Ever Fully Automatic Refuelling Contacts: Mais uma atividade em que a robotização se afirma – sistemas de reabastecimento em voo. Que, diga-se, requer uma capacidade de precisão da parte dos pilotos e operadores que estes se devem sentir aliviados pela existência de um sistema que lhes facilita a vida.

At the limits of thought: Um ensaio provocador, que explora o limiar da combinação entre análise computacional e pensamento humano.

Smart Weapons Need to Be Smarter: Ou, na verdade, as armas inteligentes não o são, realmente. Os exemplos de aeronaves civis abatidas acidentalmente por sistemas militares mostram algumas vulnerabilidades de sistemas avançados que não levam em conta a complexidade do mundo civil. Com consequências fatais em caso de erro.

The Internet’s Titans Make a Power Grab: Depois de anos a fugir com o rabo à seringa no que toca à moderação de conteúdos, os gigantes da Internet decidiram adotar táticas mais musculadas para prevenir a disseminação de fake news durante a pandemia nos seus sistemas. O problema é que estas medidas têm tendência a ser uma faca de dois gumes, agudizada pelo uso de algoritmos pouco transparentes.

what the coronavirus mass quarantine can teach us about space travel: Essencialmente, que a esmagadora maioria de nós não aguentaria mais do que uns dias encafuado numa nave espacial, quanto mais meses a fio. Mas, também, o espaço não é para todos.

Consiguen por primera vez “remolcar” en órbita un viejo satélite de hace dos décadas para que vuelva a estar operativo: Um excelente passo para a economia espacial, este projeto que usou um satélite concebido para prolongar a vida útil de um outro satélite já em órbita.

How engineers are operating deep-space probes, Martian rovers, and satellites from their homes: Teletrabalho, em modo cósmico. As experiências dos operadores de rovers marcianos, agora forçados a gerir os sistemas de controlo a partir de casa.

What Drones can Learn From Ancient Flying Reptiles!: Analisar fósseis de dinossauros voadores pode ser uma mais valia para o desenvolvimento de drones. A engenharia pode ir buscar inspiração à paleontologia.

Tracking mobile devices to fight coronavirus: Uma leitura esclarecedora, especialmente por vir de onde vem, o EPRS é um serviço de apoio ao parlamento europeu que sintetiza tendências para apoio às decisões tomadas pelos eurodeputados. Mostra que o uso de sistemas de rastreio das populações por meios digitais (em grande parte, dados anonimizados das operadoras de telecomunicações) já é o normal na maioria dos países da UE (Portugal parece ser uma rara excepção, mas… até quando?). Analisa estes sistemas face ao RGPD e diretiva europeia sobre privacidade individual, mas a conclusão é clara, se o rastreio dos indivíduos é uma arma de combate à pandemia, vai mesmo tornar-se uma norma. De tal forma que é equacionado qualificar estes meios como dispositivos médicos. Se ninguém coloca em causa a necessidade de combater a pandemia, não podemos deixar de questionar como poderemos proteger a sociedade assente na liberdade e privacidade individual que é um dos pilares do nosso modo de vida, das eventuais consequências e abusos deste alastrar de sistemas de vigilância pervasiva. É que ao em nome da saúde, podem seguir-se outros pretextos.

Traços de Modernidade

Awesome HD Video Filmed Aboard MiG-15UTI Flying Ultra-Low Over Mojave Desert (as Hydraulic Failure Kicks In): Só a imagem daquela máquina venerável a voar já é qualquer coisa de espantoso, mesmo sabendo que os sistemas hidráulicos falharam.

The Mystery of a Medieval Blue Ink Has Been Solved: Da ligação entre a flora do Alentejo profundo e a tinta que os monges medievais usavam para copiar os seus fólios.

The New Cringeworthy: É, de facto, um novo mundo de sensações. E já as senti. O passar na rua e não encontrar forma de me desviar de outros transeuntes. Ver pequenos grupos em gestos normais mas que nestes tempos pandémicos parecem fator de risco. O medo que invade, paralisado-nos, quando alguém perto de nós tosse ou espirra. A covid-19 é um jogo de aleatoriedade, nunca sabemos se a mais inocente interacção nos irá juntar ao número das contaminações. E sobre isto, o medo de nos sair o dado da mortalidade. Pequenos traumas que se avolumam, e nos levam a encarar o que era normal com um certo nojo.

For the First Time Ever, the Price of Oil is Now Negative: Nem sei que dizer sobre isto. Tem causas óbvias, a redução no consumo com o mundo quase parado a combater a covid-19, mas é inaudito. E inédito.

A Side Effect of the Covid-19 Pandemic? Reading Got a Lot Harder: Porque por detrás de tudo o que fazemos, está a estupefacção, a sensação traumática dos dias em que vivemos.

The War on Coffee: Um artigo para se ler enquanto se saboreia um café, e que analisa os sistemas de exploração por detrás daquela bebida sem a qual muitos de nós não conseguem meter o cérebro a funcionar, logo pela manhã.

Pequenas Histórias – ep. 1: “Filhos de Anúbis (freguesia da Misericórdia)”: Suspeito que nesta série que inicia, David Soares nos irá mergulhar a fundo na história de Lisboa. Para primeiro, e fascinante, episódio, olha para os cães vadios, e a sua relação com a evolução social e política. Não resisto a duas piadas. É impossível contar histórias da história sem o efeito José Hermano Saraiva, e David Soares não lhe escapa. Já no que toca à competição das estantes (é uma piada destes temos covid-19, já repararam que os comentadores que agora intervém via Skype estão sempre à frente de estantes com livros?), David Soares é um deus. Imbatível.

Indians Aren’t Buying China’s Narrative: E não são só os indianos. Está cada vez mais claro que a China tem de ser responsabilizada pelas consequências devastadoras que a pandemia de Covid-19 está a ter a todos os níveis. De saúde, económicos, sociais, e pessoais. Neste momento não há ninguém no planeta que não tenha visto a sua vida prejudicada. E não caímos em teorias da conspiração, de eventuais armas biológicas ou guerras de domínio global. A verdade, tanto quanto apontam os estudos científicos, é mais simples. Este coronavirus saltou para a cadeia de transmissão humana a partir das condições tétricas dos wet markets chineses (só a mera existência desses hábitos de consumo é um crime ético). E já não é a primeira vez que isto acontece, a epidemia de SARS, que foi felizmente controlada por medicação antes de ter consequências pandémicas similares à covid-19, também surgiu nos mercados animais chineses. Junte-se a isto os esforços iniciais para manter a epidemia em segredo, o que atrasou os esforços para o seu combate. E o resultado está à vista. Milhões de infectados. Milhares de mortes. A economia global paralisada, bem como os seus sistemas. Vidas em suspenso. Consequências imprevisíveis nas sociedades. O saber que não há vacinas ou medicação eficaz a curto prazo (e provavelmente nunca haverá, estamos a falar de um vírus, com mutações rápidas, note-se que a simples gripe não tem uma vacina totalmente eficaz), o que significa que viveremos anos de ciclos pandémicos antes do organismo humano desenvolver uma imunidade natural à covid-19. Que será sempre letal para os mais fracos. Já percebemos que não é negativismo ou alarmista falar de anos de restrições às deslocações, locais, regionais e internacionais, de manutenção de isolamento social, de fechamento das sociedades. É melhor nem pensar nas consequências com que as sociedades democráticas terão de sofrer, com o eventual crescer do populismo autoritarista, a alimentar-se do medo, do piorar das condições económicas e sociais. Por isso, sim, a China cometeu um crime contra a humanidade. Não é xenofobia afirmar isto, até porque sou europeu, pertenço a uma união onde um povo ainda vive com a vergonha do que os seus avós fizeram. Através de costumes revoltantes e inacção inicial, há um início para esta crise global.

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Professor de TIC e coordenador PTE no AEVP onde dinamiza os projetos As TIC em 3D, LCD - Clube de Robótica; Fab@rts: o 3D nas Mãos da Educação, distinguido com prémio de mérito da Rede de Bibliotecas Escolares. Distinguido com o prémio Inclusão e Literacia Digital em 2016 (FCT/Rede TIC e Sociedade). Licenciado em ensino de Educação Visual e Tecnológica, Mestre em Informática Educacional pela Universidade Católica Portuguesa. Correntemente, frequenta pós-graduação em Programação e Robótica na Educação pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Tutor online na Universidade Aberta. Formador especializado em introdução à modelação e impressão 3D em contextos educacionais na ANPRI (Associação Nacional de Professores de Informática) e CFAERC. Co-criador do projeto de robótica educativa open source de baixo custo Robot Anprino. Colaborador do fablab Lab Aberto, em Torres Vedras. O seu mais recente projeto é ser um dos coordenadores do concurso 3Digital, que estimula a utilização de tecnologias 3D com alunos do ensino básico e secundário.