O ataque dos hackers chineses: No dia em que o mundo regista cerca de 4.400.000 casos e 300.000 mortes, e vê a economia global estagnada ameaçando uma crise sem precedentes, as notícias sobre a Covid-19 praticamente perderam o seu impacto e parecem ser quase todas iguais…. O acto rotineiro de nos mantermos actualizados assenta completamente na esperança de ver anunciada uma cura, em particular através de um vacina, ao que se junta um sentimento de justiça, por querermos ver na praça pública a China responsabilizada sem sombra de dúvida pela comunidade internacional.

Curiosamente, história do Coronavírus de Wuhan (responsável pela doença mortal Covid-19) parece complicar-se de dia para dia no que diz respeito a estes dois pontos: a vacina e a responsabilização da China

A tão esperada vacina!

Há vários tipos de Coronavírus e os primeiros a infectar os seres humanos foram descobertos há mais de meio-século atrás… Por esta razão estaremos a ser optimistas quando olhamos com esperança para os vários anúncios de vacinas na fase final de testes? Se convivemos com os Coronavírus há mais de meio-século sem nenhuma vacina, terá sentido agora acharmos que vai aparecer uma vacina em breve?

A resposta é dúbia: por um lado o Coronavírus de Wuhan, o SARS COV-2, é suficientemente semelhante aos restantes coronavírus (que já foram estudados no passado), para permitir aos investigadores assumir uma longa série de previsões sobre o seu comportamento, que normalmente resultam em notícias, mas que não têm que ver com um avanço efectivo no sentido de encontrar uma cura, ou melhor uma vacina que possa prevenir uma infecção. Têm que ver sim com pequenos avanços que se deram com base em vários anos de estudo…

Por esta razão e porque os coronavírus não são muito dados a mutações, podemos estar optimistas porque não estamos a “começar do zero”, contra um vírus mortal… Por outro lado, no que diz respeito aos vírus que causam o síndrome respiratória aguda grave, por exemplo o SARS-1 (outbreak de 2002) ou o MERS (2012), ainda não se conseguiu encontrar para estas viroses uma cura. De facto foram anulados rapidamente por terem um período de incubação muito inferior ao SARS COV-2.

Face a isto se há razões para estarmos optimistas? Tanto o SARS-1 como o MERS (MERS-COV, Síndrome Respiratória do Médio Oriente), e por terem sido anulados com rapidez, as equipas que estiveram na sua investigação virão ser drasticamente reduzidos os seus fundos para poderem prosseguir com a descoberta de uma cura ou vacina

Como é fácil de imaginar, esse já não é o caso agora, uma vez que existe uma “task force” mundial com o objectivo de vencer um vírus que tal como se prevê, nunca seria possível travar antes de 2024… Aliás a verdade é um pouco pior, uma vez que segundo um estudo de Harvard, o vírus será controlado através do distanciamento social até 2022, mas que a Covid-19 regressará em 2024 novamente…

Por esta razão, à data de hoje estão cerca de 90 vacinas em desenvolvimento e 6 ou 7 a serem já testadas em humanos!

A campanha de desinformação da China…

Numa altura em que o encobrimento chinês (que resultou numa pandemia) começou a tornar-se público (tal como foi denunciado pelos Serviços de Informação alemães), há cerca de uma semana atrás foi publicado pela agência noticiosa estatal da China um vídeo que culpa os EUA e Europa pela pandemia do SARS COV-2 (o vírus de Wuhan).

O vídeo seguinte está alojado no Canal China News, e foi divulgado pelas embaixadas da China por todo o mundo, nomeadamente através das suas contas de Twitter:

E vale também a pena ver a reacção dos comentadores ocidentais a esta campanha de desinformação conduzida pela China, no vídeo seguinte:

O Hacking chinês aos centros de investigação que estão a desenvolver uma vacina.

Agora, segundo um report/relatório do WSJ-Wall Street Journal datando de segunda-feira, hackers Chinese e iranianos estão a cooperar para hacker os centros de investigação onde os Estados Unidos estão a tentar desenvolver uma vacina contra o Coronavírus de Wuhan, o SARS COV-2.

Na mesma notícia é citado o Procurador-Geral Adjunto de Segurança Nacional, John Demers ao WSJ: “A China há muito se dedica ao roubo de pesquisas biomédicas, e a pesquisa COVID-19 é o Santo Graal  no momento”.

O mesmo oficial refere ainda que “embora o seu valor comercial seja de importância, o significado geopolítico de ser o primeiro a desenvolver um tratamento ou vacina significa que os chineses tentarão usar todas as ferramentas – intrusões cibernéticas e informações privilegiadas – para obtê-lo”.

 

Com uma pandemia em curso, os especialistas têm alertado para o facto de uma vacina que possa interromper a disseminação do vírus de Wuhan possa demorar entre 12 a 18 meses a ser desenvolvida. Este facto torna a informação privilegiada sobre uma hipotética vacina na informação mais cara do mundo…

Não sendo claras quais as intenções da China nesta campanha de hacking, os casos sucedem-se diariamente mostrando uma nação completamente vergada à administração do Partido Comunista Chinês.

Como sempre, o Porta-Voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, em entrevista coletiva já respondeu e afirmou ser “imoral” envolver alguém em boatos sem ter disso nenhuma prova. Uma afirmação estranha se levarmos em linha de conta que também via declarações públicas, a China tentou envolver os EUA na crise da Pandemia, afirmando que era uma arma biológica americana que tinha sido levada para Wuhan

Por fim, vale a pena ver o vídeo seguinte sobre a longa história “Cyber Wars” entre a China e os EUA.

 

 

 

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