Setembro a amadurecer, os dias a ficar mais curtos, mas nem por isso precisamos de refletir menos. Esta semana, sugerimos recordar a série Espaço: 1999, o lado cyberpunk de Gaultier, ou descobrir a BD wayang. A Inteligência Artificial domina a tecnologia, com artigos sobre novos algoritmos, ou o seu impacto na educação. Mas também se fala do Neuralink.  Finalmente, olha-se para a falta de humanismo no design, para a cerimónia de rendição do Japão na II Guerra, e para o hiperrealismo de Dürer com a sua representação do rinoceronte trazido por D. Manuel II nos descobrimentos. Mais artigos intrigantes vos esperam nas Capturas da semana, uma forma de refletir.

Ficção Científica e Cultura Pop

forma
Esperando o Sol Negro passar…: Redescobrir uma série clássica de FC, Espaço: 1999. Ainda hoje fascinante pelo cuidado estético, cenários e décors, apesar da premissa improvável e das histórias que hoje nos parecem simplistas.

PROPOSTAS NOVAS PARA NOVOS MUNDOS: Uma proposta de ideias para o mundo pós-pandemia, com contribuições globais. Leitura gratuita seguindo o link.

Cyberpunk Fashion and Jean Paul Gaultier’s 1995 “Cyber” Show: Influenciado pelo seu trabalho com o realizador Luc Besson, o estilista Jean-Paul Gaultier atreveu-se a desenvolver uma coleção de alta costura verdadeiramente cyberpunk.

O Gourmet Solitário, de Taniguchi e Kusumi: A excelente notícia é que a Devir dá continuidade à Tsuru, a coleção que traz um mangá mais adulto e complexo, complementando as populares e divertidas séries juvenis que edita. Mas quando vi o autor, bocejei. Taniguchi, novamente. Não me interpretem mal, é um dos maiores mangakás, mas há outros autores que mereciam edição portuguesa. Ito, por exemplo, ou Tatsumi. Nem me atrevo a sonhar com Maruo. A aposta da Devir é sólida, Taniguchi é muito apreciado por cá, mas com a Tsuru, poderia aproveitar para nos trazer outros grandes autores japoneses.

Bob Layzell: Naves old school.

The Future’s Not What It Used to Be – Neon Wasteland #2: Um verdadeiro comic cyberpunk, que alarga as fronteiras da banda desenhada da página à realidade aumentada.

The Strange Sources for Doom Sound Effects: E se mergulharem neste artigo em busca de histórias mirabolantes sobre como foram criados os efeitos sonoros do clássico jogo Doom, bem, ficarão desapontados. O engenheiro de som adaptou uma biblioteca de sons gratuitos para os efeitos de um jogo que marcou a história do gaming. Se quiserem descobrir a origem dos mais de cem sons do ambiente sonoro de Doom, vejam o vídeo.

forma

David A. Hardy: É disto que se fazem os sonhos.

Marvel Made Fortnite Canon and I Have Lost My Entire Mind: Confesso que fiquei surpreendido ao ver um crossover entre o universo Marvel e o jogo Fortnite. Bem, não muito surpreso, a indústria dos media anda sempre â procura de lucro, e um tie-in apelando aos trocos dos fãs de comics e dos jogadores de um dos jogos mais populares da atualidade, é uma manobra habitual nestas editoras. Resta saber se pega, se fica como elemento do universo ficcional Marvel, ou se vai juntar a outros crossovers do passado, que cruzaram os personagens Marvel com séries que faziam os gostos da época. É bem capaz desta incursão de Galactus pelo mundo Fortnite ficar tão esquecida como a história em que o Homem-Aranha enfrenta Ren&Stimpy. Isso aconteceu, e não, não tem explicação.

Rodney Matthews: Coisas que voam.

Every Appearance Of Gaggy, As Seen In Batman: The Three Jokers: É um dos momentos mais inesperados de Three Jokers, o aparecimento de um sidecick do Joker. Personagem repelente e muito obscura, que vai ter um fim bastante espetacular neste comic. O Bleeding Cool mergulhou nos arquivos e investigou a origem, e raras aparições, deste elemento bizarro do cânone de Batman e Joker.

“God Likes Winners”: Catharsis and Community in 1970s Disaster Movies: Uma arqueologia dos filmes de desastres dos anos 70, todo um género que ainda hoje se mantém vivo, graças aos efeitos especiais. Filmes escatológicos, mais interessantes pelas premissas do que pelas histórias (e geralmente os atores nem sequer se davam muito ao trabalho de atuar, em filmes onde a catástrofe era o chamariz).

Eight trends in book cover art, from busy botanicals to women walking away: Quem é regular, voraz ou pantagruélico nos seus hábitos de leitura, já percebem isto. As capas de livros passam por modas, há determinadas iconografias que, de repente, caracterizam boa parte das edições mas que algum tempo depois deixam de ser vistas. As tendências atuais estáo aqui bem resumidas. Bem, não devemos julgar um livro pela sua capa, mas esta não deixa de ser um elemento fundamental da experiência literária.

A Colecção Aleph de A Seita: as 4 obras editadas: Uma análise aos livros dedicados a Dylan Dog e Dampyr que a editora A Seita trouxe ao público português. Se bem que a edição de Dylan Dog por cá já some outros títulos. E esperemos que saiam mais, este personagem é um dos grandes tesouros do fumetti.

forma

Happy Birthday to the King of Comics!: Confesso que demorei a apreciar o traço de Kirby. Quando comecei a ler comics, na adolescência, achava o seu seu estilo tosco e bruto, especialmente na representação da figura humana. No entanto, como é que se diz? Primeiro estranha-se, depois entranha-se, e agora sou fã precisamente pelas características únicas do seu estilo.

Meet the 80-Year-Old Grandma Trying to Save Indonesia’s Classic ‘Wayang’ Comics: Uma história de culturas locais que se perde com a globalização. Os comics Wayang, narrativas que pegavam em mitos e lendas, foram uma verdadeira indústria de banda desenhada na indonésia. Hoje, com os leitores a preferir comics e mangá, estão quase esquecidos. Os gostos geracionais mudam, e só alguns resistentes mantém viva uma tradição que no fundo é relativamente recente.

Forma da Tecnologia

Neural network converts landscape photos videos to anime art in the style of 3 famous directors: Encantador, para quem é fã de anime. Esperem ver isto portado para alguma app em breve.
10 Ways How can AI Transform the Education Industry?: Pessoalmente, não vejo a educação como uma indústria (vantagens de ser europeu, e da tradição de serviço público). No entanto, estas dez formas de usar Inteligência Artificial na educação são excelente ferramentas para potenciar o ensino e aprendizagem, se usadas a pensar no desenvolvimento dos alunos e não como ferramentas de avaliação ou vigilância. As dez formas passam pela criação de percursos personalizados de aprendizagem, assistentes inteligentes, conteúdo adaptativo, classificação automatizada,  processos de ensino mais eficazes, estruturação de currículos, monitorização de desempenho com feedback profundo. Algumas destas ideias já são bem antigas (os sistemas inteligentes de tutoria, essencialmente enormes percursos de aprendizagem, já existem há muito). E note-se que estes algoritmos não automatizam nem substituem o trabalho dos professores, apenas facilitam e permitem-lhes o foco naquilo que realmente é importante – compreender os alunos, aprofundar e atualizar conhecimentos científicos sobre as áreas que se leciona, para melhor ensinar. Claro que nestas coisas, haverá sempre os vendedores de banha da cobra que colam conteúdos enlatados e sistemas de reconhecimento facial a gráficos de desempenho que irão vender como o futuro da educação.
Memers are making deepfakes, and things are getting weird: Não há aqui grande surpresa, o uso de tecnologias de inteligência artificial para criar iconografias fake, enviesadas ou meméticas já é conhecido (e muito usado como meio de propaganda). À medida que estes algoritmos se tornam mais acessíveis, o seu uso espalha-se.
America’s Summer of Viral Meltdowns: Mais interessante do que a análise sociológica do comportamento das Karens, é todo o ecossistema de economia digital que gira à volta destes vídeos. Capturados de forma improvisada, espalham-se viralmente, mas nessa viralização há potencial económico, com agências especializadas em pegar nesses vídeos muitas vezes pessoais e espalhá-los pela internet, monetizando a situação. No fundo, é uma forma fácil de manipular a nossa atenção, facilmente desperta pelo bizarro e estúpido.
Hope you didn’t delete Fortnite or Infinity Blade because Apple just terminated Epic’s dev account: E, discretamente a princípio, mas agora em modo total, dois gigantes da tecnologia entraram em guerra. A Epic Games lançou uma campanha para diminuir a percentagem que a Apple cobra sobre as transações dentro dos jogos. A Apple reagiu anulando o acesso da Epic ao ecossistema iOS, o que significa que os jogadores que usam dispositivos Apple, deixam de poder jogar todos os jogos da Epic. A coisa escalou depressa. Veremos quem irá sobreviver a este braço de ferro: Se a Epic, se a Apple. Na verdade, ambas precisam uma da outra – um sistema operativo é inútil sem aplicações de terceiros que funcionem nele, e as aplicações precisam de ecossistemas seguros para chegar aos utilizadores. Mas mais do que um arrufo entre duas empresas, esta história sublinha uma das grandes características do mundo digital, a nossa dependência de sistemas basilares mantidos por interesses privados, que podem a qualquer momento cortar o acesso a aplicações se tal for do seu interesse.
Take a closer look at Elon Musk’s Neuralink surgical robot: Suspeito que se irá falar aqui bastante do Neuralink (é um dos fascínios do nosso editor), por isso olho para outro lado: o robot cirúrgico desenvolvido para implantar o dispositivo Neuralink, que consegue ser sofisticado, complexo, respeitar as rigorosas normas médicas, e ter um aspeto não ameaçador. Há aqui sinais de desenvolvimento na robótica aplicada à medicina que vão bem além das eventuais capacidades deste projeto de Elon Musk.

I Created an A.I. Clone of Jesus: E, porque não? Alimentar um algoritmo de processamento de linguagem natural apenas com a bíblia e usá-lo para produzir textos. Os resultados são proféticos (piada intencional).

21 páginas para descargar música gratis para poder usar en tus vídeos y otros proyectos: Faz jeito? Claro que sim. O vídeo é uma linguagem cada vez mais vernacular e acessível, e muitas vezes esquecemos a importância do som. Ou achamos que qualquer sucesso pop de que gostamos é a faixa mais apropriada (isso é um erro duplo, pelo desajuste sonoro face à imagem, e pelas questões de propriedade intelectual). Estes recursos ajudam-nos a encontrar as melhores faixas para os nossos projetos de vídeo, quer seja o (bocejos) vídeo da férias, tutoriais para os nossos alunos aprenderem algo de novo, ou o que quer que nos apeteça narrar em linguagem audiovisual.

Na Escola Pública, porquê software privado?: Por onde começar? Pelo requerimento largamente ignorado de uso de formatos abertos na administração pública? Pela falta de capacidade de escolas e professores para manter sistemas abertos (um moodle, que apesar das suas peculiaridades é o melhor e mais completo software para suportar e-learning e ensino à distância, requer servidor dedicado e boas capacidades de gestão de redes e internet, não é ligar um botão e pronto). O investimento que se poderia fazer em formação e meios técnicos para incremento do uso de software livre não se faz. Pelo contrário, a pressão é para adotar sistemas proprietários, com muita ajuda das máquinas de marketing das principais empresas. Aliás, usar software não proprietário é considerado um handicap. Durante o ensino remoto de emergência, as coisas ficaram ao rubro. Com milhares de professores a ter de dar resposta remota aos seus alunos, o marketing de uma certa multinacional tecnológica conseguiu o impossível: que o Teams, uma ferramenta de gestão de projetos (suspeitosamente similar ao Slack, vinda de uma empresa independente), era uma excelente solução para e-learning, formatando um enorme grupo de professores para se manterem encarneirados no ecossistema microsoft (nalguns casos de gritante estupidez, com escolas a abandonar sistemas de EaD baseados em soluções livres que tinham montado e funcionavam para abraçarem soluções inadequadas, adicionado ao esforço de manter a linha com os alunos e estruturar metodologias o de aprender novas ferramentas que, tendo sido pensadas para campos que não a educação, causavam problemas de encaixar formas redondas em orifícios quadrados). E podia continuar, apontando a forma como comunidades informais de professores, em redes sociais, se tornaram quase extensões de marketing empresarial com o seu foco em soluções proprietárias específicas (sublinhando que de forma inocente, como utilizadores entusiastas que partilham dicas e ideias), ou o total desrespeito por noções elementares de privacidade. E, continuando, num campo que está geralmente sufocado em termos financeiros como o da educação, o uso de software proprietário obriga à aquisição de licenças que retiram dinheiro aos sistemas educativos. Mas o mais elementar está na componente formação. Ao focar no software proprietário, estamos a reduzir o horizonte dos nossos alunos. Estamos a ensiná-los, por exemplo, que escrever na forma digital obriga ao uso de um produto específico e não de qualquer processador de texto. Agir desta forma revela as nossas limitações enquanto docentes, e perpetua-as para os nossos alunos. E ainda faz o trabalho de cativar públicos para multinacionais da tecnologia.

Elon Musk’s Neuralink is neuroscience theater: O projeto de Musk promete revolucionar a forma como vivemos, com interfaces eletrónicos diretos para o cérebro. Mas, e a ciência por detrás disso, o que diz? Muito pouco, por enquanto, apesar dos interfaces cérebro-computador já serem um forte campo de investigação. Mas a sua usabilidade ainda não se aproxima dos benefícios que a Neuralink afirma que iremos poder obter, sem demonstrar como.

Video Games May Be Key to Keeping World War II Memory Alive: O poder dos videojogos como forma de preservação da memória histórica. Mais nenhum media tem o potencial imersivo dos jogos, que nos permite sentir como realmente foram os momentos históricos. Não é uma ideia nova, o usar videojogos como forma de explorar o passado, mas é pouco usada em contextos pedagógicos porque os recursos financeiros necessários para criar experiências imersivas e realistas não se adequam aos mercados educacionais. Resta o campo dos jogos independentes, ou títulos temáticos comerciais de primeira linha que investem no realismo histórico como elemento diferenciador.

What If SETI Finds Something, Then What?: Antes que pensem em protocolos de contacto e anúncios à humanidade, há um passo ainda mais essencial – descodificar a mensagem alienígena, de forma a compreender o seu significado e ler a informação nela contida.
Internet Ascendant, Part 1: Exponential Growth: Uma história dos princípios do crescimento exponencial da internet, da sua separação da ARPA para maior controlo civil, primeiro académico e depois comercial.
Amazon Drivers Are Hanging Smartphones in Trees to Get More Work: E se parece que a árvore dá telemóveis como fruto, isso é efeito secundário de técnicas para dar a volta a algoritmos de gestão de entregas rápidas.
How ‘Coraline’ studio Laika uses Intel’s AI to perfect stop motion films: Dos sítios onde não esperava o uso de Inteligência Artificial. Estes estúdios usam algoritmos de machine learning para pós-produção, eliminando falhas e traços visuais indesejados das imagens que criam a partir de animação stop-motion.
The UK’s Failed Education Algorithm Reflects A Broader Educational Failure: Quando não há forma de avaliar alunos mas estes têm de ser avaliados sem os prejudicar, normalmente faz-se passagem administrativa. Não foi bem o que os ingleses decidiram fazer, preferiram aplicar um algoritmo que gerou uma nota final a partir do desempenho registado do aluno, cruzado com o hipotético. Só por isto já daria problemas, mas para aprimorar a coisa, um dos critérios foi o fator geográfico, reforçando as assimetrias entre alunos provenientes de zonas mais ou menos afluentes. Ou seja, pertencer a um código postal indicado como de maior probabilidade de ser bem sucedido era um critério de elevação da nota. Claro que deu bronca, especialmente quando os professores fizeram notar que os resultados atribuídos não correspondiam às reais capacidades dos alunos, e fica aqui um excelente exemplo de como não usar algoritmos em educação.
These students figured out their tests were graded by AI — and the easy way to cheat: Avaliar de forma automatizada é um dos grandes desejos de qualquer professor que faça testes. Haverá coisa melhor do que corrigirem-se sozinhos? Em questões fechadas, de resposta múltipla, é trivial fazer isso, mas as aprendizagens profundas que são o verdadeiro objetivo da educação não se medem assim. São precisas questões de desenvolvimento, para analisar conhecimentos, estruturação de raciocínio. Automatizar isso tem-se revelado difícil, embora a inteligência artificial possa ajudar. Neste caso concreto, é um excelente exemplo de como não fazer – o algoritmo desenvolvido não é capaz de análise profunda, baseando-se apenas na contagem de palavras-chave. Resultado: não demorou muito aos alunos perceber que não precisavam de escrever textos para ter pontuação nas questões de resposta aberta, bastava escrever à toa as palavras-chave relativas à pergunta. Que, como nestas coisas é habitual, depressa ficaram disponíveis online em listas para copiar e colar. Claro que a história tem mais contornos, com mais um exemplo de algoritmo básico martelado vendido como supra-sumo da IA aplicada à educação.
Modernidade
forma
First Look: Ours: Uma página dedicada aos amantes na natureza, com produtos pensados para os gostam de explorar os espaços naturais. Parte dos lucros da venda vão diretamente para projetos malthusianos de eliminação do excesso da espécie humana, para que os espaços naturais sejam apreciados apenas por quem os merece. É uma piada negra de ironia, claro. Ours é um projeto artístico que imagina um eco-capitalismo fascista, criado com o aspeto limpo e a linguagem leve do marketing atual.
The tyranny of chairs: why we need better design: Seria de esperar que o design das cadeiras priorizasse as necessidades ergonómicas sobre a estética. Mas na verdade, não, e é curioso descobrir que a visão que temos do conforto, cheio de superfícies almofadadas, não é realmente confortável em termos fisiológicos. A história do design está cheia destes pormenores, de objetos que tendo sido concebidos para serem usados por pessoas, mas em cuja forma não tiveram em consideração a sua usabilidade real.
2020 O Ano Zero da Nova Sociedade Mais Futurista, Tecnológica e Verde: Ou talvez não. Pessoalmente, duvido que este abanão que a humanidade está a levar conduza a um mundo melhor. Os velhos vícios não estão perdidos, estão apenas em suspenso, tenho sérias dúvidas que as forças de mercado e as hegemonias do capitalismo bilionário deixem que um novo normal mais local, verde e sustentável se instale, a menos que encontre forma de manter os seus elevados níveis de lucro com isso. Onde concordo totalmente com este artigo é na parte tecnológica. A sempre muito falada e pouco implementada transição digital teve de arrancar à pressa, e muitos dos reticentes perceberam a sua utilidade. A automação (através de robótica e inteligência artificial) vai intensificar-se. Afinal, empresas cuja produção dependa de robots não têm de parar devido a pandemias que obrigam os humanos a resguardar-se. E, talvez, a expansão da humanidade pelo sistema solar se comece a tornar realidade.
Hyperreality Prevails: Quando o Rei D. Manuel enviou um rinoceronte a Roma, como prova dos novos mundos trazidos pelos descobrimentos, Durer realizou um retrato do animal que se tornou iconográfico.
Final Mission: Staging Japan’s Surrender: Em 1945, o General MacArthur não queria que a rendição japonesa fosse um momento discreto, e orquestrou uma cerimónia que envolveu milhares de marinheiros, e voos sucessivos das aeronaves americanas, para impressionar o mundo, mas também passar a mensagem aos representantes soviéticos que o poderio americano não era para desconsiderar.

***IMPORTANTE***

Não se esqueça de ajudar o Bit2Geek a crescer nas redes sociais, para termos mais colaboradores e mais conteúdo, 👍? A sua ajuda muda tudo!

***E clique em baixo para saber mais…

https://bit2geek.com/2019/07/17/imagens-sabia-que-este-algoritmo-reconhece-e-edita-fotografias-0049659325/
Artigo anteriorEU CodeWeek 2020 Está Quase a Começar
Próximo artigoRobot rt0: Uma Nova Proposta Na Robótica Educativa
Professor de TIC e coordenador PTE no AEVP onde dinamiza os projetos As TIC em 3D, LCD - Clube de Robótica; Fab@rts: o 3D nas Mãos da Educação, distinguido com prémio de mérito da Rede de Bibliotecas Escolares. Distinguido com o prémio Inclusão e Literacia Digital em 2016 (FCT/Rede TIC e Sociedade). Licenciado em ensino de Educação Visual e Tecnológica, Mestre em Informática Educacional pela Universidade Católica Portuguesa. Correntemente, frequenta pós-graduação em Programação e Robótica na Educação pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Tutor online na Universidade Aberta. Formador especializado em introdução à modelação e impressão 3D em contextos educacionais na ANPRI (Associação Nacional de Professores de Informática) e CFAERC. Co-criador do projeto de robótica educativa open source de baixo custo Robot Anprino. Colaborador do fablab Lab Aberto, em Torres Vedras. O seu mais recente projeto é ser um dos coordenadores do concurso 3Digital, que estimula a utilização de tecnologias 3D com alunos do ensino básico e secundário.