tecnologias
The Soyuz MS-18 crew ship approaches the International Space Station iss064e055956 (April 9, 2021) --- The Soyuz MS-18 crew ship, with three Expedition 65 crew members aboard, approaches the International Space Station 265 miles above Romania. NASA astronaut Mark Vande Hei, riding alongside Roscosmos cosmonauts Oleg Novitskiy and Pyotr Dubrov, would dock to the Rassvet module just three hours and 23 minutes after launching from the Baikonur Cosmodrome in Kazakhstan. Credit: Roscosmos

Esta semana, destacamos a mais recente revista Bang!, o desafio Ler PT e dez das melhores lojas de BD por cá. Nas tecnologias, falamos, talvez demasiado, das agruras do projeto Escola Digital, que está a colocar um computador nas mãos de cada aluno e professor português, fala-se do aeroporto cuja torre de controle fica a dezenas de quilómetros do seu aeroporto, da novíssima estação espacial chinesa, e de piscinas suspensas entre condomínios de luxo. Ainda se olha para a aldeia da Mata Pequena, Prince e a sua mestria na guitarra elétrica, e se Asimov…? Mais leituras vos aguardam, nestas Capturas.

Ficção Científica e Cultura Pop

 Darrell K. Sweet’s 1976 cover to The Space Merchants: Bastante amarelo.

My Favorite Cinematic Space Battles: As batalhas espaciais são um dos prazeres culposos da Space Opera. E quanto mais grandiosas, melhor.

HOJE É DIA DE BANG!: Se passarem por uma FNAC, podem levantar gratuitamente um exemplar daquela que é uma revista única no panorama literário português. Totalmente dedicada à ficção científica e fantástico nas suas várias vertentes. Também um projeto de longevidade, apesar de ter tido hiatos. Lamentavelmente, não tenho o número zero, na primeira temporada da Bang! editada pelo Rogério Ribeiro, na minha biblioteca.

Alan Moore’s Next Books Sound Alan Moore-y as Hell: E nós que pensávamos que ele se ia reformar… aparentemente, há ainda muitas ideias a fervilhar na mente de Moore. Preparem-se para longos e tortuosos tomos, que este autor não é nada simplista.

A Caverna dos Sonhos Esquecidos: É um dos meus documentários favoritos de Herzog, pela forma sublime como a sua câmara nos mostra as pinturas rupestres de Chauvet.

Dylan Dog & Dampyr: O João Lameiras, incansável no seu esforço para editar cá Dylan Dog, que me perdoe, mas estes são dois lançamentos do meu querido detetive dos pesadelos que vou deixar para trás. Não porque não mereçam ser lidos, é um interessante crossover dos mundos ficcionais de dois grandes personagens da Bonelli, apenas porque já os tenho em fumetti na minha biblioteca. Aos restantes, só posso aconselhar que se atrevam a mais um mergulho nestes personagens fantásticos da BD italiana.

doubtspirit:Mark Brandis: Aufstand der Roboter: Impossível não ver aqui traços de Kraftwerk. Não tem nada a ver, bem sei…

Desafio Ler PT – Sugestões Gratuitas e Online: Vou passar ao lado deste desafio, porque falta de tempo (entre aulas, projetos, Escola Digital e as formações que vou iniciar em maio, vão ser dias pesados). Mas organizou-se um movimento de leitura de fantástico em português, um dia, um conto. Parte do interessante do LerPT é descobrir o imenso manancial de ficção fantástica em português que se pode ler gratuitamente. Recomendo que sigam atentamente o Rascunhos e as suas divulgações.

The Lasting Riddles of Orson Welles’ Revolutionary Film ‘Citizen Kane’: Pode ter sido um flop quando estreou, em parte pelas controvérsias que gerou, mas Citizen Kane é reconhecido como o melhor filme de sempre, pela sua estética inovadora e arrojo na realização.

Le Guin e o Conservadorismo dos sistemas Anarco-comunistas: Conservadorismo no revolucionário são dois conceitos aparentemente antagónicos, mas como é apontado nesta crítica a um dos clássicos de Ursula L. LeGuin, se uma ideologia requer revolução constante, não há lugar a evolução, e evitar evoluir é uma das grandes marcas do conservadorismo.

Tecnologias

thevaultoftheatomicspaceage: Old school.

Politics and the pandemic have changed how we imagine cities: O urbanismo fantástico, uma das grandes vertentes da ficção científica, e a forma como contribui para as discussões sobre a organização e planeamento das cidades.

A giant poster of every ACME product: Sinceramente nem sei como é que ACME se manteve longe da insolvência. O seu mais fiel e maior demonstrador de produtos, o coiote que perseguia o papa-léguas, tinha sempre azar ao experimentar os produtos ACME.

TOP 10 – As minhas lojas de BD favoritas em Portugal: Excelentes sugestões para ir descobrir BD, das mais mainstream (Fnacs e quejandos) às verdadeiras armadilhas para a conta bancária. Diga-se que a Mundo Fantasma é uma excelente razão para ir ao Porto, e o mesmo se aplica a Coimbra e à Dr. Kartoon.

Tecnologia

Scenes From Off-World: Visões do espaço, cenas de outros mundos, em alta resolução. Este docinho para os olhos vem dos repositórios de imagem das diversas missões científicas que expandem o nosso conhecimento sobre o sistema solar.
Someone has to run the fabs: Da importância da educação nas STEM. Ou melhor, da importância de investir nas competências duras de tecnologias, ciências e engenharias como condição essencial para manter a liderança tecnológica ocidental.

Ground control out, remote control in at London City Airport: Este aeroporto londrino é o primeiro a abandonar a tradicional torre de controlo. Os seus controladores aéreos estão longe do aeroporto, num centro de controlo remoto onde a tecnologia digital permite uma simulação imersiva do tráfego aéreo, graças aos sensores que transmitem dados em tempo real do aeroporto físico. Próximo passo: automatizar o controlo aéreo?

These four minutes of BBC TV from 1938 only still exist because of weird atmospheric conditions: Uma bizarria fantasmagórica que, por completo acaso, preservou o efémero. Sinais de uma transmissão televisiva britânica em 1938 chegaram, graças a um fenómeno atmosférico, aos estados unidos, e alguém teve a ideia de apontar uma câmara de filmar ao televisor. Já a fantasmagoria das imagens, é um fascínio.

Un generador de rostros con toques aleatorios personalizable mediante IA: Do experimental à informática de consumo. Há muito pouco tempo, estas tecnologias de geração deepfake eram experimentais e requeriam conhecimentos de inteligência artificial e programação para serem usadas. Agora, são aplicações, usadas em fotografia de moda e outros campos.

The Computers Are Getting Better at Writing: Uma análise às capacidades do GPT-3, agora a ser exploradas em projetos e aplicações. Se, por um lado, há o medo do fim da escrita humana, por outro há uma curiosa intuição – e se estes algoritmos forem uma necessária evolução, como ferramenta criativa ao dispor dos escritores?

AI, Captain! First Autonomous Ship Prepares for Maiden Voyage: Projetos de drones aquáticos não são novidade, mas o Mayflower distingue-se por ser um barco totalmente autónomo. Irá atravessar o Atlântico sem tripulação, como teste às suas capacidades.

Here’s what China wants from its next space station: Mais uma casa para a humanidade na órbita terrestre, ou um golpe de prestígio político e tecnológico? Ambos, talvez. O que fica é o lançamento pela China de uma estação espacial própria, numa escala menor do que a ISS. Confirma as ambições científicas e tecnológicas chinesas, num momento em que Rússia discute abandonar a ISS e lançar a sua própria estação. Num momento em que o espaço parece cada vez mais atrativo a empresas e privados, esta balcanização de estações espaciais institucionais mostra que os tempos da cooperação técnica no espaço estão a terminar. Diria que é um sinal para os europeus, sempre muito pródigos em estudos e conceitos, mas a deixar o esforço maior de construção para os seus parceiros.

Cuatro grandes multinacionales españolas y un objetivo aún mayor: revolucionar la ingeniería espacial desde el software: Exemplos de inovação usando tecnologias espaciais, do lado de lá da fronteira.

Suspended 115 Feet in the Air, the World’s First Floating Pool Is Unveiled in London: Não sei bem como qualificar isto, se como maravilha técnica ou loucura do late stage capitalism. Um conjunto londrino de condomínios de luxo vai permitir uma curiosa extravagância: nadar numa piscina transparente, suspensa a 35 metros de altura entre dois prédios.

Four astronauts make first nighttime landing in the ocean since 1968: Bem, se esperam que vá falar do sucesso da Dragon… o que me despertou a atenção no artigo foi descobrir que o rastreio da cápsula foi feito por câmaras infravermelhas instaladas num WB-57. Que, para os conhecedores de aviação, é uma aeronave de pesquisa atmosférica da NASA, que usa um Canberra, antigo bombardeiro cujo primeiro voo foi em 1957. Sim, leram bem, a moderna Dragon foi rastreada por uma aeronave verdadeiramente vintage.

A internet torna-nos mais infantis? “Quanto mais interagimos com terminais, mais ajustamos as nossas funções cognitivas”: Não sei se infantis é o conceito certo, pelo menos, não o subscrevo. Já que a interação com tecnologias nos leva a ajustar funções cognitivas, bem, isso é McLuhan clássico.

Audacity has a new manager – what will happen to this iconic open source software?: Bem, se quem vai gerir este icónico projeto de fonte aberta é uma empresa, suspeito que não demorará muito para que o Audacity seja apropriado para fins comerciais.

Modernidade

tecnologias
Mata Pequena, uma aldeia típica a 30 minutos de Lisboa: Bem, na verdade o tipicismo da aldeia deve-se a grande parte das casas terem sido convertidas para alojamento local. Exatamente os recantos que que escreveu este artigo destaca como os mais encantadores e representativos da autenticidade saloia. Bem, nem por isso, e na colina seguinte podem ver autenticidade saloia na menos famosa aldeia da Mata Grande. A mesma autenticidade que podem constar nas aldeias e vilas que terão de atravessar entre a A8 e a pitoresca aldeia. O que vemos na Mata Pequena é uma efabulação, tal como o pequeno mundo, também saloio, de José Franco (que em criança me fascinava), uma visão entre o nostálgico e o idealizado, possível graças a um projeto turístico. Para verem até que ponto estas idealizações depressa se afastam do real, refira-se que num dos canais generalistas é transmitida uma telenovela portuguesa, com enredo passado na Serra da Estrela, que usa a nada serrana Mata Pequena como cenário de exteriores. Confesso que a Mata Pequena, junto com a zona do Lexim e Cheleiros, é um dos meus pontos de passeio com a minha cadela. É sempre um prazer percorrer a rua principal da Mata, descer pelos carreiros até Cheleiros, vir à borda do Lizandro e encontrar os carreiros que nos levam a subir até ao penedo do Lexim, com o seu vestígio de caldeira vulcânica. Se não tiverem medo de molhar os pés, podem sempre atravessar o Lizandro e seguir os caminhos rurais até às cataratas de Anços (não, não estão oficialmente sinalizados como percursos pedestres, mas se prestarem atenção às árvores e pedras podem ver sinais indicadores de caminhos criados por voluntários). Se não se quiserem cansar, ou precisarem de retemperar forças, nada como experimentar os petiscos da Tasquinha do Gil de preferência no seu pátio com uma magnífica vista dos vales de Cheleiros até, ao longe, Sintra. Convém reservar antecipadamente.
“Essencial”: Governo falha promessa de dar computadores portáteis a todos: Acho que um destes dias terei de perder a paciência e começar a falar disto. Quem vai lendo estes artigos com regularidade já se deve ter apercebido que sou professor numa escola pública, com responsabilidades pedagógicas e técnicas (supostamente, um docente só teria responsabilidades pedagógicas, e isso seria toda uma outra conversa). Ou seja, sou daqueles professores a quem o projeto Escola Digital caiu em cima, literalmente às palettes de centenas de computadores. E o que vejo, o que sou obrigado a fazer para bem da comunidade educativa a que pertenço, deixa-me com enormes reticências. Esta reportagem aponta algumas, embora, como estas notícias nunca são inocentes e se inserem nas clássicas lutas políticas, a reportagem está tão ocupada a encontrar vetores de ataque político que consegue passar completamente ao lado do verdadeiro objetivo deste projeto. Que, sublinhe-se, o próprio ministério não se dá muito ao trabalho de reforçar. Comecemos por aí: o objetivo do Escola Digital não é dar um computador a todos os alunos e professores. É dotar todos os professores e alunos de um computador. Qual é a diferença, perguntam-se? Bem, é a diferença entre uma máquina de uso pessoal, e uma máquina de serviço, gerida por uma instituição. É isto que é o Escola Digital, não uma dádiva, mas uma dotação de material às escolas, colocado nas mãos dos intervenientes (mas gerido pelas escolas). Com isto, a médio prazo, conseguem-se condições equitativas de acesso a meios digitais, bem como um impulso essencial para uma progressiva transição digital na educação – algo de fundamental para prepararmos as crianças de hoje para um futuro em que a digitalização da economia será ainda mais forte do que hoje. Por outro lado, há imenso a apontar a este projeto. Começo pelo mais óbvio: é um projeto à escala imensa, com quantidades gigantescas de equipamento envolvido (ou seja, atrasos dos gabinetes à parte, era mesmo impossível “cumprir a tal promessa”). E não está clara qual a sua sustentabilidade a médio prazo. Como gestor de parque informático escolar, eu não posso pensar a 2 ou 3 anos. Infelizmente, tenho de pensar a 10 ou mais, porque as experiências de equipamento de escolas com meios digitais em Portugal têm sido todas assim: dois anos de vacas muito gordas, com material a chover nas escolas, seguidos de um absoluto deserto e total falta de autonomia financeira para implementar políticas de substituição e renovação cíclica de material. Que se vai degradando até à inutilização total, até as coisas chegarem a um ponto tão crítico que só são resolvíveis por… projetos alargados. Estão a ver o risco do erro cíclico nisto, espero. O Escola Digital está neste momento no tempo da vaca gorda, com a generosidade da dotação de equipamentos. Mas em nenhum momento, da documentação que consultei ou reuniões com responsáveis pela gestão do projeto em que estive, foi divulgado exatamente de que forma este projeto será sustentável ao longo dos anos. Não dos próximos dois, o máximo das garantias dos equipamentos, mas dos próximos 5 ou 10. Note-se que um equipamento cedido a um aluno de 5º ano terá o de acompanhar até ao 9º ano, ou seja, aguentar cinco anos nas mãos de uma criança. Como se nota na reportagem (e tenho sentido na prática), há dúvidas que os equipamentos distribuídos tenham essa longevidade. A qualidade de construção e materiais é fraca, claramente são construídos como produtos de baixo custo. As especificações são medianas, o que também não ajuda à longevidade. Ter hoje acesso a um computador de especificações médias garante dois a três anos de uso sem problemas. Mais que isso, depende da manutenção e tipo de uso, e recordem: estes equipamentos estão nas mãos de crianças. O que pode correr mal, irá correr mal. Mas confesso que neste momento, estas nem são as minhas principais preocupações neste projeto. Para já, estou a sentir o efeito avassalador da burocracia bizantina e da sobrecarga. Gerir este projeto é ficar responsável por centenas de computadores, todos têm de ser devidamente preparados antes de serem entregues aos utilizadores (contas de utilizador, aplicações específicas). A entrega obedece a regras rígidas, os equipamentos têm de ser devidamente registados em contratos de comodato individuais. Por detrás disto há uma logística secretarial de contratos para escola por fases de entrega, com guias de remessa apensas. Tudo centralizado numa plataforma a nível nacional, que colige dados de equipamentos, fornecedores, escolas, alunos e professores. É trabalho que requer ser feito a tempo inteiro por pessoal dedicado. Mas a mesma tutela que investe em equipamento e formação não mostra qualquer indicação para garantir meios humanos. A gestão e operacionalização disto fica a cargo de professores de informática (ou outros que dêem uma mãozinha) e assistentes administrativos. Profissionais que têm outras responsabilidades – os professores, enfim, dar aulas (entre 15 a 20 turmas, ou mais, no caso dos de TIC), e os administrativos dar vazão a toda a gestão administrativa das escolas. Para dar resposta à celeridade do Escola Digital, no meu caso específico tive de parar outras atividades que fazem o dia a dia da escola. É sobretrabalho. Sentimo-nos na obrigação de dar resposta, mesmo sabendo da falta de ética de uma tutela que colhe louros assumindo que grupos de profissionais tenham de fazer horas extraordinárias voluntárias para dar resposta às necessidades. Poderia continuar. Encerro por isto: o discurso mediático sobre este projeto está centrado na dádiva dos computadores. O resultado, é a fixação da imagem pública deste projeto como algo de assistencialista, o que leva muitos pais a rejeitar os equipamentos – assumem que são dádivas, e que são redundantes, uma vez que os seus filhos já dispõem destes equipamentos. Assumem também que é um remédio para pandemia e confinamentos, com aulas à distância. Ou seja, a verdadeira visão do projeto – dotar a escola de meios para uma transição digital, parece-me irremediavelmente perdida neste ruído todo. O objetivo, reitero, não é o de ser dádiva pandémica mas de criar condições para que, dentro de dois, três anos, se generalize o uso de equipamentos digitais nas escolas, em quaisquer contextos, por todos os intervenientes. É para isso que trabalho, mantenho os esforços, e me preparo para dar formação aos meus colegas (mesmo sabendo das injustiças laborais a que este projeto me está a sujeitar).
The Books Briefing: How to be Happy: A felicidade, vista pela filosofia e literatura.
Se confirma que la vacuna Pfizer necesitará un tercer pinchazo de refuerzo a los 9 meses: Não surpreende. E suspeito que o mesmo acontecerá para as restantes vacinas. Tudo aponta para que a covid se torne endémica a nível global, com o risco acrescido trazido pelas mutações. Já se percebeu que não nos vamos livrar disto.
Hasta siempre, Calibri: 15 años después, Microsoft cambiará la tipografía por defecto de Office por una de estas cinco: Talvez o tipo de letra mais lido, a seguir ao Times New Roman. Cuja vida agora chega ao fim, com a Microsoft a apostar numa renovação dos seus tipos de letra principais.
DE VERDADES INCÓMODAS: Fiquei imensamente curioso com este ensaio espanhol sobre distopias, apontando para consequências colaterais da pandemia – a verdade é que nos habituámos a restrições e vigilâncias em nome da saúde, que aceitamos por saber que estamos a viver um momento excecional. Mas o problema é que nos habituamos, e há o risco de começar a entender como necessárias e naturais o que de facto são restrições violadoras das nossas liberdades e direitos. Escrevo isto sem querer entrar em teorias da conspiração e novas ordens mundiais tirânicas. É mais a pensar naquilo que quem já tentou deixar de fumar ou praticar mais exercício físico se apercebeu: ao fim de algumas semanas de esforço sustentado, em que nos temos de obrigar a novos hábitos, o cérebro rotina esses novos hábitos e gera-se o efeito oposto, passamos a encará-los como fundamentais. Notem que já vivemos há um ano com restrições pandémicas. São muitas semanas de novas rotinas para o nosso cérebro.
10 Years Ago Today We Learned About The Stealth Black Hawk Used In OBL Raid. Here’s The Updated Rendering: Um helicóptero silencioso, de baixa observabilidade. Todos sabem que é uma das armas do arsenal especial americano, mas os seus detalhes e tecnologias são tão secretos que tudo o que se discute, não passa de especulação.
Prince’s epic “While My Guitar Gently Weeps” guitar solo has a new director’s cut: Se é para ficar com um vírus sonoro na cabeça, ao menos que seja um excecional vírus sonoro.
How A John Denver Song Inspired A Generation Of Asian Immigrants: Música enquanto soft power, ou a visão idílica de uma américa rural cativou imigrantes asiáticos no século XX.
E se Asimov trouxesse a sua racionalidade para os dias de hoje?: Asimov, hoje, e outras coisas. Carlos Silva fala-nos sobre ciência, tecnologias e ficção científica, em busca dos e ses.

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Professor de TIC e coordenador PTE no AEVP onde dinamiza os projetos As TIC em 3D, LCD - Clube de Robótica; Fab@rts: o 3D nas Mãos da Educação, distinguido com prémio de mérito da Rede de Bibliotecas Escolares. Distinguido com o prémio Inclusão e Literacia Digital em 2016 (FCT/Rede TIC e Sociedade). Licenciado em ensino de Educação Visual e Tecnológica, Mestre em Informática Educacional pela Universidade Católica Portuguesa. Correntemente, frequenta pós-graduação em Programação e Robótica na Educação pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Tutor online na Universidade Aberta. Formador especializado em introdução à modelação e impressão 3D em contextos educacionais na ANPRI (Associação Nacional de Professores de Informática) e CFAERC. Co-criador do projeto de robótica educativa open source de baixo custo Robot Anprino. Colaborador do fablab Lab Aberto, em Torres Vedras. O seu mais recente projeto é ser um dos coordenadores do concurso 3Digital, que estimula a utilização de tecnologias 3D com alunos do ensino básico e secundário.