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Quarta-feira, Janeiro 23, 2019
Bit2Geek

Bit2GeekSobre Nós

Somos uma equipa multidisciplinar na área dos sistemas espaciais, Web Development, Imagens 3D e Web Design.
Criámos este Canal sobre Espaço e Tecnologia Futurista porque somos Geeks, mas convidámos cientistas para explicar a todos, o que está a ser feito numa altura em que a Humanidade se está a começar a expandir para o Espaço.
A nossa base de dados de cientistas está em contínua actualização, e vamos trazer ao público português muito mais participantes, e de peso!

#Follow us #Follow bit2geek #Follow to learn more #Just follow the Geeks, ok?

ADMINISTRAÇÃO

Nuno Duarte Chabert

Administrador & Founder

  Foi Director de Desenvolvimento de Negócio de empresas na área de Defesa e Espaço.
 Trabalhou como responsável de Comunicação da área de Juventude, para o Governo de Portugal.
  Drone Fanatic, Geek, maybe a bit too Geek or a bit2geek…

BIT2GEEK

Mário Nogueira

Director Web Layout, Grafismo & Imagem 3D

Formador Certificado Autodesk e Vray.
Formador na área 3D e CAD.
Fundador e Diretor Criativo na RIP3D ARCHVIZ, Produções 3D.

Página web: RIP3D ARCHVIZ

Ana Adolfo Coelho

Supervisora de Redes Sociais

Formada em Gestão de Empresas Turísticas, pelo Instituto de Novas Profissões.
Certificada com o Toefl Test pelo American Language Institute.
Gestora de eventos. Trabalha há 17 anos como gestora turística corporate.

Valeria Galizzi Santacroce

Directora de Arte /Design

  Formada pela Carrara Academy of Fine Arts com especialização em Videoart, em Itália, recebeu um convite da Delloitte Consulting para vir trabalhar para Portugal. Por ser uma apaixonada de Lisboa, ficou a morar por cá. Esteve na Direcção de Arte de campanhas publicitarias das marcas americanas Cat (Caterpillar) e Merrell.
  Trabalhou com a Ciência Viva, como fotografa e visual designer, e para revistas de Moda e Lifestyle como a Epicur, Parq, Dif, Máxima, Divo e outras.
  Trabalhou em Branding com empresas de Moda portuguesas, e na TPF Planege na área da comunicação, gráfica e fotografia.
Foi fotógrafa e graphic design na Casadecor Portugal.
  Apesar de viver em Portugal, mantêm o cargo de Directora de Arte e Web Design da empresa C.G. Design SAS, www.cgdesignsas.com, em Itália.
  Actualmente faz também exposições de fotografia.

CIENTISTAS PARTICIPANTES

Raquel Pereira Crespo

Cientista Participante

  Doutorada em Física Nuclear Teórica pela Universidade de Surrey, Reino Unido, e é actualmente Professora do Departamento de Física do Instituto Superior Técnico. Trabalha como cientista em Física Nuclear Teórica, Teoria das Reacções Nucleares, núcleos exóticos produzidos por feixes de iões radioactivos e reacções de interesse Astrofísico. Foi Membro do INTC (2015-2017) (ISOLDE and Neutron Time-of-Flight Experiments Committee). O Laboratório ISOLDE destina-se à produção de feixes de iões radioactivos a baixas energias para aplicação no domínio da Física Nuclear e Atómica, bem como das Ciências dos Materiais e da Vida.
  Foi membro do Comité Científico R3B/Nustar/FAIR (Facility for Antiproton and Ion Research in Europe), um novo laboratório internacional (International Acelerator Facility), destinado entre outros a estudar a estrutura da matéria e a evolução do Universo..
  Autora e Co-Autora de cerca de 100 publicações científicas em revistas internacionais e edições especiais com referee. Participou em 19 projectos científicos financiados (8 como investigadora principal) e como convidada em diversas palestras internacionais.
  Membro Internacional de comités de Conferências em Física Nuclear.

Joana Neto Lima

Cientista Participante

  Joana Neto Lima é Licenciada em Ciências do Meio Aquático pelo Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar (Universidade do Porto). Desde Outubro de 2014 que está a trabalhar no Departamento de Planetologia e Habitabilidade do Centro de Astrobiologia INTA – CSIC, em Torrejón de Ardoz (Madrid). Este é o primeiro centro fora dos EUA a fazer parte do NAI (NASA Astrobiology Institute) e ainda hoje colabora frequentemente em várias das missões espaciais desta agência (de salientar as contribuições do CAB para os rovers marcianos com o instrumento ambiental REMS e TWINS). Tanto o CAB como o INTA (Intituto Nacional de Tecnologia Aeroespacial) colaboram também em missões da agência espacial europeia ESA como Rosetta-Phillae, JUICE e EXOMars, só para nomear alguns dos mais emblemáticos.
  Actualmente está a trabalhar em Mundos Oceânicos e nos processos geoquimicos que podem estar por detrás de fenómenos como geisers (ou plumas planetárias) nas luas geladas (Encélado e Europa) e alguns minerais e estruturas encontrados/detectados por missões espaciais em antigos Mundos Oceânicos como Ceres (um planeta-anão no Cinturão de Asteróides) e Marte (este sem necessidade de apresentações).

Marta Cortesão

Cientista Participante

  Marta Filipa Cortesão é Mestre em Biologia Molecular e Celular pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP). Em Abril de 2017 iniciou o doutoramento em Microbiologia do Espaço, no Centro Aeroespacial Alemão (DLR), em Colónia (Alemanha). Estuda a sobrevivência e a adaptação de microrganismos (bactérias e fungos) tanto em ambientes extremos, como o do Espaço exterior (para lá da atmosfera Terrestre onde existe vácuo e diferentes tipos de radiação ionizante), como em ambientes de voo espacial (estes mais amenos, dentro das próprias naves espaciais onde vivem os astronautas). Entre diversas colaborações, destacam-se o laboratório de Proteção Planetária da NASA Jet Propulsion Laboratory (Caltech), o BioServe Space Technologies na Universidade do Colorado (CU Boulder), onde esteve como cientista convidada, e também na Universidade Técnica de Berlim, e no Instituto Nacional de Ciências Radiológicas (NIRS) no Japão. De salientar também a atribuição do prémio Women in Aerospace Europe (WIA-E) 2018, que apoia jovens profissionais talentosos na apresentação do seu trabalho em contexto internacional. Um dos principais projectos em que está envolvida é o “Biofilm in Space”, financiado pela NASA, que consiste numa experiência científica a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS em inglês), para estudar a expressão de genes e a formação de biofilmes em ambiente de voo espacial.

Jorge Pla-García

Cientista Participante

  Jorge Pla-García é investigador no Centro de Astrobiologia (CSIC-INTA, associado ao NASA Astrobiology Institute) e investigador associado do Space Science Institute (SSI) em Boulder, Colorado (USA).
  Actualmente é membro de quatro equipas científicas de missões da NASA ao planeta vermelho: instrumento meteorológico REMS (Mars Science Laboratory – Curiosity rover), instrumento TWINS (InSight) e instrumento MEDA e Projecto Conselho de Atmosferas (ambos da missão Mars2020). Também trabalhou na missão ExoMars 2020 da Agência Espacial Europeia (ESA) no desenvolvimento do instrumento RLS (Raman Laser Spectrometer).
  É Engenheiro Superior Informático pela Universidad Pontifica de Salamanca e tem Mestrados em Ciência e Tecnologia desde o Espaço pela Univerdad de Alcalá, Astronomia e Astrofísica na Valencian International University, Meteorologia e Geofísica na Universidad Complutense de Madrid. É Doutorado em Astrofísica pela Universidad Complutense de Madrid com o título “Mesoscale Meteorological Modeling of Mars mission environments”.
  Nos últimos cinco anos tem estado a trabalhar em estudos meteorológicos da Cratera Gale (zona de Marte onde o rover Curiosity aterrou), tem estado a trabalhar também em simulações das condições atmosféricas esperadas para o dia de aterragem da futura missão da NASA, MARS 2020 a fim de minimizar os riscos durante a etapa de entrada atmosférica, descida e aterragem.
  É também uma das poucas pessoas que tem o privilégio e a grande responsabilidade de operar o instrumento REMS que está no rover Curiosity, a partir da Terra.

Artur Coelho

Especialista em 3D Printing

  Professor de TIC, Mestre em Informática Educacional, Pós-graduação em Programação e Robótica, e formador/colaborador do Lab Aberto.

Juan Ángel Vaquerizo

Cientista Participante

  Juan Ángel Vaquerizo, é astrofísico e Coordenador da Unidad de Cultura Científica del Centro de Astrobiología (CAB). Após mais de 10 anos dedicado ao ensino de Ciências ingressou no Instituto Nacional de Técnica Aeroespacial (INTA) para trabalhar no projecto PARTNeR, que permite a estudantes fazer testes de radioastronomía, com a antena da NASA, instalada en Robledo de Chavela (Madrid). Vaquerizo é um investigador particularmente dedicado à “didáctica” científica e desenvolve um extenso trabalho na área da divulgação cientifica.

Cecilia W.S Leung Lo

Cientista Participante

  A Cecilia Leung é norte-americana e especialista em ciências planetárias, com especial enfoque na distribuição do vapor de água em Marte. Estuda também estruturas atmosféricas de planetas tanto no nosso sistema solar como em sistemas exoplanetários. Em particular, conjuga observações de sondas espaciais com modelos numéricos, para entender o transporte de água entre reservatórios de superfície e atmosféricos, bem como investigar as condições que levam à formação de neblinas de água gelada, nuvens e tempestades de poeira em Marte.
  Cecilia é uma apaixonada pela exploração interplanetária e pelo desenho de missões espaciais. Atualmente, está a trabalhar com a equipa, da sonda da NASA - InSight Mars Lander, com o objectivo de caracterizar os ventos e as condições ambientais previstos durante o processo de “Entrada, Descida e Aterragem”, garantindo o sucesso durante uma das etapas mais importantes da missão. Cecilia é licenciada em Física e Astronomia pela Universidade de York, tirou o Mestrado em Ciências Planetárias pela Universidade do Arizona, e atualmente está a terminar o Doutoramento.
  A Cecilia tem estado muito envolvida com a International Space University, promovendo abordagens interdisciplinares para exploração espacial, e ativamente envolvida em divulgação científica (outreach) e comunicação.

António Molina

Cientista Participante

  Antonio Molina é Cientista Planetário do Centro de Astrobiología (CAB – CSIC-INTA) que trabalha como investigador de três estsções metereológicas marcianas: REMS (Rover Environmental Monitoring Station), a bordo do MSL (Mars Science Laboratory) Curiosity, que continua activo e acaba de bater o record do registo contínuo de medidas de condições atmnosféricas em Marte; TWINS, parte da Insight, uma missão recém chegada ao planeta vermelho e que começa agora a recolher os seus primeiros dados; e MEDA (Mars Environmental Dynamic Analyzer) ainda em desenvolvimento para o próximo rover da NASA previsto para 2020.
  Ambientólogo terrestre de formação, mas marciano de profissão: especializou-se no estudo por Remote Sensing das épocas primordiais de Marte, quando o planeta tinha mais água e era muito mais activo do que actualmente. Para conseguir estudar o passado de Marte, colaborou com a equipa da câmara HRSC (High Resolution Stereo Camera), da Agência Espacial Alemã (DLR) a bordo do orbitador da ESA, Mars Express; enquanto trabalhava em análogos terrestres como o permafrost antártico, as dunas do Saara, os sistemas fluviais de Rio Tinto (Huelva – Espanha) e as zonas hidrotermais da Islândia.

Arianna Ricchiuti

Cientista Participante

  A Arianna é comunicadora científica "SciCom", natural de Piacenza na Itália. Ela trabalha no Planetário de Bari há quatro anos, fazendo observações astronómicas e shows científicos. No ano passado ela formou-se em Ciências Biológicas na Universidade de Bari com uma tese em astrobiologia, discutindo sobre tardígrades e bactérias como modelos para a vida extraterrestre. Actualmente ela está estudando na SISSA, a Escola Internacional de Estudos Avançados em Trieste, fazendo um mestrado em comunicação científica.
  A Arianna tem sido consecutivamente seleccionada como palestrante em Workshops internacionais como AbGradE: Graduados em Astrobiologia na Europa 2018 (Campus Lankwitz, Berlim), 51o ESLAB: Extreme Habitable Worlds 2017 (ESA ESTEC, Noordwijk, Holanda), EGU: Geociências para entender a habitabilidade de 2017 no Sistema Solar e além (Furnas, São Miguel, Açores), EAC: A história inicial dos sistemas planetários de 2017 e planetas habitáveis (Tartu Biocentre, Estonia), AbGradE: Graduados em Astrobiologia na Europa 2016 (Planetário de Atenas, Grécia), GESE: Geobiologia na Exploração Espacial 2015 (Iglesias, Sardenha, Itália).
  Na primavera passada ela fez parte de uma expedição ao Chile para estudar o Deserto do Atacama como um análogo de Marte.
  A sua dedicação e compromisso com a Ciência levou-a a ganhar a edição de 2016 do FameLab, o programa de talentos para comunicadores de ciência e a receber alguns prémios, como o Certificado de Mérito do Rotary Club em 2017 e o Prémio Internacional Duquesa Lucrécia Borgia, Ciência e Cultura em 2018.

Andrey Vieira

Cientista Participante

  Andrey Vieira é brasileiro, natural do Rio de Janeiro. É licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com enfoque em Bioquímica e Geoquímica Orgânica. Durante sua graduação foi selecionado como estudante de Alta Performance para poder realizar um intercâmbio académico na Universidade Estadual de Montana, nos Estados Unidos, na área de Astrobiologia, Origem da Vida e Biogeoquímica. Essa escolha acabou por lhe render uma oportunidade de trabalho como assistente de pesquisa no NAI (NASA Astrobiology Institute) no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Durante o tempo de pesquisa no MIT, o Andrey realizou uma série de estudos sobre o funcionamento das moléculas que conferem resistência a altas temperaturas em organismos extremófilos (organismos que possuem preferência fisiológica por condições geoquímicas extremas, como altas temperaturas ou acidez extrema).
  Atualmente reside na Dinamarca como estudante da Universidade de Aarhus, e trabalha na sua Tese de Mestrado no Instituto Max-Planck de Biologia Marinha. O seu trabalho atual foca-se na bioquímica e fisiologia de bactérias poliextremófilas (Células que possuem preferência não só por uma condição específica, mas por um conjunto de factores extremos concomitantemente) e como esses microrganismos podem vir a ser usados não somente para compreender como a vida teria se originado no planeta Terra, mas também como o estudo dessa fisiologia única pode vir a levar a criação de novas ferramentas biotecnológicas de grande relevância, nomeadamente para a indústria da construção civil e petroquímica.
  Andrey Vieira também é um entusiasta da astrofísica e epistemologia, possuindo mais de dez cursos em assuntos relevantes na área de exploração planetária e cosmologia, conferidos por diferentes instituições de pesquisa no Brasil e no mundo inteiro. Como comunicador científico, actuou por dois anos como auxiliar na disciplina de epistemologia da UFF e mediador/bolsista no projecto “Ciência sob tendas” levando a comunicação de ciência e tecnologia para escolas e comunidades carentes no estado do Rio de Janeiro.

Sevasti Filippidou

Cientista Participante

  A Sevasti, conhecida por nós por “Sevi” é grega natural de Thessaloniki (Tessalónica), e é microbióloga molecular especializada em bactérias que são capazes de sobreviver em condições extremas terrestres e extraterrestres. Estudou Genética Molecular (Licenciatura em Biologia Molecular e Genética, DUTH, Grécia e Mestrado em Genética Molecular, Patras, Grécia). É PhD em Ecologia Microbiana pela Universidade de Neuchâtel, na Suíça.
  Actualmente está a trabalhar como investigadora de pós-doutoramento no Centro de Ecologia e Hidrologia do Reino Unido e no Centro Aeroespacial Alemão, em Colónia na Alemanha. Desde 2012, que ensina Microbiologia, Biologia Molecular e Bioinformática a estudantes universitários, e tem dado conferências e seminários sobre a existência de vida em ambientes extremos.
  A “Sevi” tem estado muito envolvida na área de comunicação e divulgação de Ciência e por isso tem participado em várias feiras científicas além de ser membro da Native Scientist. Também criou um site sobre a vida em ambientes extremos (extremespores.com) onde comunica o resultado das suas pesquisas em três idiomas (Inglês, Francês e Grego).

Ana Afonso

Cientista Participante

  Doutorada em Astronomia e Astrofísica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, a Ana Afonso trabalha, actualmente, como cientista de investigação júnior no Instituto Max-Planck para a Física Extraterrestre (MPE - Garching bei München, Alemanha). A sua investigação, dentro da colaboração international HETDEX (Hobby-Eberly Telescope Dark Energy Experiment), foca-se em encontrar maneiras de "iluminar" o Universo, isto é, através da descoberta e do mapeamento de galáxias entender o que é a energia e a matéria escura e quanto é que o Universo expandiu nos diversos momentos em que é possível olhar para trás.
Para além das galáxias, nutre um especial interesse pelos estágios iniciais de formação estelar (projecto de licenciatura no qual fez uso de dados do telescópio espacial Spitzer da NASA), pelo papel dos quasares na astrometria (tese de mestrado ligada à missão espacial Gaia da ESA) e pelos asteróides próximos da Terra (mais conhecidos pela sigla em inglês NEAs).
Em 2014, durante as suas observações no Telescópio Isaac Newton em La Palma - Espanha, ajudou a descobrir e a confirmar um das dezenas de milhares de NEAs que se estimam existir.

Bruno Ribeiro

Cientista Participante

  Bruno Ribeiro é doutorado em Astronomia e Cosmologia pela Universidade de Aix-Marseille em França e, actualmente, trabalha como investigador de pós-doutoramento no Observatório de Leiden na Holanda. Membro das colaborações internacionais como o VUDS (VIMOS Ultra-Deep Survey) e o MUSE (Multi-Unit Spectroscopic Explorer), nomes de instrumentos instalados no Very Large Telescope do ESO, passa muitas horas a obter, trabalhar e a entender o que as impressões digitais das galáxias (os espectros) e as suas formas nos dizem sobre a sua natureza e os seus constituintes. Perceber como se formaram e evoluíram as galáxias, principalmente nas fases iniciais da história do Universo, é um dos seus maiores interesses.
  Neste momento, o Bruno foca-se em combinar esforços entre os vários telescópios terrestres e espaciais, no qual se destaca o telescópio espacial Hubble, para, através de exposições muitos longas, detectar e estudar galáxias nos primeiros 3 mil milhões de anos do Universo. Estas serão cruciais para puxar pela ciência que será possível fazer telescópio espacial James Webb (NASA e ESA) e entender o nosso lugar no cosmos.

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